
O IPC Maps apresenta em números absolutos a expectativa de desempenho do consumidor frente a 22 categorias de produtos, em todos os 5.570 municípios do Brasil, com base em dados oficiais, através de recursos de geoprocessamento.
Com maioria absoluta da população na cidade, Uberlândia pode gerar até R$ 21,9 bilhões com consumo urbano. Ainda segundo o estudo, a zona rural geraria até R$ 340 milhões.
O setor com maior potencial é a habitação, que pode gerar mais de R$ 5 bilhões em consumo. As classes B e C são as mais visadas nesse sentido, com 80% desse potencial.
O setor com maior potencial é a habitação, que pode gerar mais de R$ 5 bilhões em consumo. As classes B e C são as mais visadas nesse sentido, com 80% desse potencial.
Por meio desses resultados, além de estar entre as 25 cidades do Brasil com maior potencial de consumo – à frente de 12 capitais, a exemplo de Natal (RN), Vitória (ES), Maceió (AL) e Cuiabá (MT) –, o mercado local está em segundo lugar em Minas Gerais, perdendo apenas para Belo Horizonte, e em 5º no interior do país.
Segundo o prefeito Odelmo Leão (PP), o resultado se deu porque a cidade tem planejamento que possibilita desenvolvimento.
“Apostamos na digitalização da prefeitura, tendo hoje mais de 90 tipos de serviços viabilizados de forma remota para atender cidadãos e empresários. Sem contar os programas para fomento ao empreendedorismo, como o Novo Agro, para pequenos produtores rurais, o Agente Local de Inovação, focado em empreendedores que buscam inovar, e o Mais Negócios, plataforma para estimular negócios. Com a casa ficando em ordem, apesar das dificuldades advindas da pandemia, apresentamos condições que são primordiais para qualquer empresa”, afirmou.
“Apostamos na digitalização da prefeitura, tendo hoje mais de 90 tipos de serviços viabilizados de forma remota para atender cidadãos e empresários. Sem contar os programas para fomento ao empreendedorismo, como o Novo Agro, para pequenos produtores rurais, o Agente Local de Inovação, focado em empreendedores que buscam inovar, e o Mais Negócios, plataforma para estimular negócios. Com a casa ficando em ordem, apesar das dificuldades advindas da pandemia, apresentamos condições que são primordiais para qualquer empresa”, afirmou.
Impactos da pandemia
O IPC Maps aponta ainda que setores como alimentação fora do domicílio e educação têm grande potencial de consumo, na ordem de R$ 1,3 bilhão no primeiro caso e R$ 597 milhões no segundo.Ao mesmo tempo, são setores afetados diretamente com os fechamentos necessários para frear a contaminação do coronavírus durante a pandemia.
Para concretizar esse potenciais, Leão disse que é possível dar apoio às empresas. “Buscamos informações junto a instituições financeiras e ao governo federal sobre medidas de apoio que poderiam ser apresentadas para o setor produtivo. Disponibilizamos uma seção no Portal da Prefeitura de Apoio às Empresas com detalhes sobre isso. Também ampliamos o programa Mais Negócio, com capacitação on-line e disponibilização de uma vitrine virtual gratuita pelo WhatsApp para todos que quiserem”, citou o prefeito.
Ele ainda salientou que o município assumiu escritório local do Sistema Nacional de Emprego (Sine), que possibilitou a ampliação da capacitação profissional e chegou a ser a primeira de Minas Gerais em ofertas de vagas de trabalho.
Contexto nacional
O consumo das famílias deve recuperar parte do seu fôlego em 2021 e movimentar cerca de R$ 5,1 trilhões ao longo do ano, segundo o IPC Maps.
Isso representa um aumento de 3,7% em relação a 2020, a uma taxa também positiva de 3,17% do PIB. Segundo Marcos Pazzini, sócio da IPC Marketing Editora e responsável pela pesquisa, o crescimento esperado para este ano é satisfatório, diante de perdas registradas em 2020 em função do isolamento social imposto pela pandemia.
“Aos poucos, os brasileiros tentam voltar à rotina normal, e é isso que estimulará o consumo em 2021”, disse Pazzini.
Isso representa um aumento de 3,7% em relação a 2020, a uma taxa também positiva de 3,17% do PIB. Segundo Marcos Pazzini, sócio da IPC Marketing Editora e responsável pela pesquisa, o crescimento esperado para este ano é satisfatório, diante de perdas registradas em 2020 em função do isolamento social imposto pela pandemia.
“Aos poucos, os brasileiros tentam voltar à rotina normal, e é isso que estimulará o consumo em 2021”, disse Pazzini.
