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Estado de Minas Planejamento

10 apps que vão te ajudar a poupar para aproveitar a Black Friday

Chegou a hora de se preparar para as compras de Black Friday e o Natal com a ajuda de aplicativos e sites de descontos


17/09/2020 10:45 - atualizado 27/10/2021 12:16

Mulher comprando pelo celular e usando cartão como forma de pagamento
(foto: Freepik)

 
Faltam poucos dias para a  Black Friday 2021  e dois meses para o Natal. Por isso, muitos consumidores já estão se preparando para as promoções de final de ano. As datas são uma oportunidade para os varejistas, que querem renovar os estoques para 2022, e para os clientes, que desejam comprar produtos mais baratos.

Com isso, já pode começar a lista de prioridades para terminar 2021 junto com os itens de desejo. 

Portanto, mesmo com a pandemia da COVID-19, o varejo se mantém otimista para as compras de fim de ano. Depois de tanta turbulência na economia e, especialmente na saúde pública, é bem possível que as pessoas mantenham as tradições do último bimestre do ano.

É o que indica uma pesquisa da Rakuten Advertising. O levantamento chamado “O Caminho para a Retomada: os Picos de Venda” revelou que 87% das pessoas querem fazer compras no Natal e 57% devem aproveitar a Black Friday. 

Mesmo que, segundo a pesquisa, 40% dos entrevistados tenham tido baixas salariais devido à pandemia. A situação é corroborada pelo Ministério da Economia. Ele divulgou que 7,2 milhões de trabalhadores tiveram reduções salariais no auge da pandemia. 

Sendo assim, é importante gastar com inteligência, fazendo um planejamento de gastos, monitorando sites e aplicativos de descontos e aproveitando as ofertas dos lojistas. 

Expectativa: como será a Black Friday e o Natal 2021 


Depois das principais datas do varejo vividas no pico da pandemia, como Dia das Mães, Dia dos Namorados e Dia dos Pais, varejistas e consumidores estão ansiosos para as promoções que vão encerrar 2021. 

Uma forte tendência é que o comércio on-line seja fortalecido nesses últimos meses. Só para se ter uma ideia o e-commerce brasileiro, durante os dois dias da Black Friday em 2020, fecharam com vendas totais de R$ 4,02 bilhões no e-commerce, crescimento de 25,1% em relação a 2019, segundo pesquisa realizada pela Ebit|Nielsen. Foram mais de 6 milhões de pedidos gerados, 15,5% superior a 2019, e um valor médio de R$ 652, 8,3% maior do que o período anterior. 

Pessoas aproveitando a Black Friday 2019, em Belo Horizonte
Black Friday 2019, em Belo Horizonte (foto: Gladyston Rodrigues/EM/D.A Press)
 
Já no período de Natal, o varejo on-line registrou alta de 44,6% no faturamento de 10 a 24 de dezembro de 2020 – chegando a R$ 3,8 bilhões. A comparação é com o mesmo período de 2019. Os dados são da Ebit|Nielsen. 

Conforme a pesquisa Rakuten Advertising, citada anteriormente, 86% dos consumidores pretendem fazer compras on-line no fim do ano. Apesar disso, o comércio físico ainda é o preferido dos brasileiros. 

Segundo o estudo da Lett (plataforma de trade marketing digital) e Opinion Box (plataforma mineira de pesquisas), 64% dos consumidores gostam mais de comprar em lojas físicas, contra 36% dos clientes que preferem comprar pela internet.  

Nesse sentido, o movimento esperado para a Black Friday e o Natal deve animar comerciantes, que ficaram prejudicados com a pandemia.  

Economia: como poupar até a chegada do Natal 


Para que o Papai Noel seja generoso esse ano, é preciso que se comece a planejar os gastos desde já. Veja, portanto, algumas dicas da área de planejamento financeiro. 
 
  • faça um levantamento do quanto pode gastar; 
  • organize as finanças pessoais; 
  • fuja das compras por impulso; 
  • planeje sua lista de presentes de Natal; 
  • busque presentes mais criativos e baratos; 
  • faça as compras com calma, não deixando para a véspera; 
  • fique atento ao pagamento de juros e garantias estendidas;
  • se for comprar on-line, prefira concentrar-se num só fornecedor para ter desconto no frete.

Acima de tudo, lembre-se das contas de janeiro. Na maioria das cidades, é neste mês que começam os pagamentos de IPTU e IPVA, além de gastos com material, uniforme e matrícula escolar.

Por isso, aproveite para economizar comprando. Afinal de contas, o  cashback  (dinheiro de volta) tem se espalhado pela maioria das redes varejistas, aplicativos de bancos digitais e campanhas promocionais. Também é interessante se cadastrar nos sites de cupons de descontos, que garantem abatimentos em produtos, serviços e passagens aéreas.  
 
Cofre de porquinho com uma moeda sendo colocada
(foto: Freepik)
 

Fechando a carteira: 10 apps que ajudam a fazer economia 

Para ajudar os consumidores nessa empreitada contra gastos desnecessários e compras mal planejadas, diversos aplicativos são grandes aliados. Confira alguns dos mais baixados: 


Controle financeiro:


Guiadobolso: concentra toda a vida financeira num único aplicativo. Atualmente tem mais de 6 milhões de usuários; 

Organizze: permite controlar os gastos com gráficos ilustrativos. Possui versão paga e gratuita; 

Mobills: o aplicativo oferece cadastro de despesas, controle de cartões de crédito e controle de metas e orçamento; 
 
Toshl Finanças: ajuda no orçamento doméstico. O usuário pode colocar o valor total da renda familiar enquanto o app calcula quanto restará em dinheiro;
 
GuiaBolso: o aplicativo controla os gastos automaticamente conforme o uso do cartão de débito e as demais transações;
 

Para economizar:


Sai desse banho: o app disponível apenas para iOS toca um alarme irritante quando você demora no banho, ajudando assim a família a gastar menos água e luz; 
 
Proteste Postos: o aplicativo ajuda o motorista a encontrar os postos de combustível que vendem combustíveis mais baratos na sua região; 
 
Kayak: para quem gosta de viajar e economizar, o aplicativo fornece dados como preços de passagens aéreas, aluguel de carros, hotéis, entre outros;  
 
Cuponeria: ele reúne bilhetes de descontos em diversos estabelecimentos físicos e on-line, permitindo mais vantagens na hora das compras; 
 
Zoom: após cadastrar um produto, o aplicativo emite alertas de onde encontrar o item com o preço mais acessível. É possível, inclusive, cadastrar quanto o usuário deseja pagar no produto. 
 
Mas se a escolha do consumidor for por algo mais simples, que não encha a memória do smartphone com aplicativos, a dica é usar o bom e velho Excel, seja no computador, no tablet ou smartphone, ou ainda utilizar o Google Sheets. 

Aliás, o Google Sheets é um editor on-line de planilhas do Google. Ele tem alguns modelos de tabelas prontas para organizar o orçamento, facilitando assim o acompanhamento das despesas.  


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