>> O atendimento dos serviços do INSS é marcado pelo telefone 135 pelo trabalhador ou seu representante, que pode ser de profissionais como advogados e despachantes aos chamados papeleiros. Todos eles se oferecem para providenciar a burocracia dos papéis.
>> O intermediário se apresenta ou é procurado pelo trabalhador na expectativa de que o processo da aposentadoria seja aprovado mais rápido. Não há ilegalidade nisso e os agendamentos não podem ser recusados pelo INSS.
>> Segundo informações apuradas pelo Estado de Minas, há casos de cobrança de dois a quatro salários mínimos pelo trabalho dos intermediários e até do primeiro salário do aposentado.
>> Para garantir lugar na agenda do INSS, os intermediários marcam muitos horários, como uma espécie de reserva, e costumam remarcar agendamentos até três vezes, retardando a concessão dos benefícios para aumentar os valores que vão ganhar do segurado. A título de concessão do benefício, vale a primeira data marcada na agenda pelo trabalhador. Se o processo estiver correto e o INSS não conceder o benefício, paga juros a partir do 45º dia da data da concessão. Isso explica, na avaliação do INSS, por que há tantos horários em que o trabalhador não comparece ou que são adiados e cancelados.
Faça você mesmo
>> Os agendamentos podem ser feitos diretamente pelo trabalhador pelo telefone 135, das 7h às 22h de segunda-feira a sábado. A ligação de telefone fixo particular ou público é gratuita.
>> No site www.previdencia.gov.br, o próprio interessado tem acesso a informações, por meio de links específicos, sobre o tempo de contribuição e extratos de benefícios, entre outros serviços.
>> Na hora de marcar o horário de atendimento, é preciso ter em mãos o número de identificação do PIS/Pasep ou a inscrição como contribuinte individual ou doméstico e a identidade.
>> O INSS tem o cadastro dos contribuintes, o que em boa parte evita que o trabalhador tenha de providenciar documentos adicionais.
>> No INSS, o serviço é gratuito e não há necessidade de entrega de documentos autenticados.
Fonte: INSS
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