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Estado de Minas CONTA-GOTAS

Alimentos que ajudam no combate à depressão, considerada o mal do século

Campanha de conscientização sobre a prevenção do suicídio, criada em 2015, Setembro Amarelo é realizada em todo o país


postado em 08/09/2019 04:00 / atualizado em 06/09/2019 19:18

 


Neste mês, Setembro Amarelo, é realizada a campanha de conscientização sobre a prevenção do suicídio, criada em 2015. O assunto, que já foi um tabu maior, ainda enfrenta grandes dificuldades na identificação de sinais, oferta e busca por ajuda, justamente pelos preconceitos e falta de informação. Existem várias doenças que podem levar ao suicídio, e uma delas é a depressão, considerada pela Organização Mundial 
da Saúde (OMS) como o "Mal do Século". 
 
A doença, que atinge pessoas de qualquer idade, sexo ou classe social, se apresenta de forma recorrente, com sintomas de tristeza profunda, desânimo, baixa autoestima e perda do prazer, entre outros. A ajuda está no tratamento médico e psicológico, além de uma boa alimentação. O médico nutrólogo Alexander Gomes de Azevedo elencou os principais alimentos que ativam os neurotransmissores da felicidade, responsáveis pelo bom humor e sensação de bem-estar:


(foto: Beto Magalhães/EM/D.A Press)
(foto: Beto Magalhães/EM/D.A Press)
 
» Pimenta: a capsaicina é o princípio ativo da pimenta, que causa a ardência. Ela estimula o cérebro a produzir mais endorfina, hormônio responsável pela sensação de euforia e redução do estresse.



(foto: Reprodução)
(foto: Reprodução)
 
» Proteínas: alimentos como carnes, ovos e leites (e derivados) têm grandes quantidades de triptofano, um aminoácido que atua na formação da serotonina.




(foto: Jair Amaral/EM/D.A Press )
(foto: Jair Amaral/EM/D.A Press )
 
» Aveia: fonte de triptofano, contém selênio, considerado um mineral que colabora para a produção de energia. Os carboidratos também presentes no alimento elevam os níveis de insulina e facilitam a absorção de triptofano.

 
 
 
(foto: Jair Amaral/EM/D.A Press)
(foto: Jair Amaral/EM/D.A Press)
 
» Banana: fonte de carboidratos que estimulam a produção de serotonina, ela contém vitamina B6, importante na condução dos impulsos nervosos e na prevenção da ansiedade e irritação.

 
 
 
(foto: Juarez Rodrigues/EM/D.A Press)
(foto: Juarez Rodrigues/EM/D.A Press)
 
»  Oleaginosas: alimentos como nozes, castanhas e amêndoas são fontes dos minerais magnésio, cobre e selênio, que reduzem o estresse e melhoram a memória.


 
 
 
 
 
 
 
 
 

(foto: Casa Atare/Divulgação)
(foto: Casa Atare/Divulgação)
 
»  Chocolate: o triptofano é um componente químico que estimula a serotonina, um hormônio ligado à sensação de prazer e bem-estar. Portanto, o consumo de chocolate aumenta a produção de serotonina e faz aumentar a sensação de felicidade.

 
 
 
(foto: Adriano Sant'Ana/EM/D. A Press)
(foto: Adriano Sant'Ana/EM/D. A Press)
 
»  Mel: a serotonina é produzida no intestino e o mel é um importante regenerador da microflora intestinal.



Segundo Azevedo, quem sofre de depressão é importante que evite alimentos que aumentam as oscilações de humor, como bebidas alcoólicas, fast-food, refrigerantes e alimentos ricos em gorduras e açúcares, como frituras, doces e sobremesas. “Esses alimentos provocam alterações bruscas no nível de açúcar no sangue, levando a mudanças na produção de hormônios no corpo e ao aumento do peso, fatores que aumentam as chances de ter e de piorar a depressão”, explica o médico. Dietas “zero carbo” ou com níveis muitos baixos de carboidratos também podem agravar ou até causar quadros de depressão, de acordo com o nutrólogo.



* Caso precise de ajuda, acione o Centro de Valorização da Vida (CVV) no site (www.cvv.org.br) ou pelos números 188 e 141. 
O CVV promove o apoio emocional e a prevenção do suicídio, de forma voluntária e gratuita.




Quem pode ser doador de medula óssea?

Atualmente, comemora-se o Dia Mundial do Doador de Medula Óssea no terceiro sábado de setembro, que este ano será no dia 21. Uma importante data para lembrar que a chance de se identificar um doador compatível na fase preliminar é de até 88%. O Brasil tem o terceiro maior banco de doadores de medula óssea do mundo, com mais de 4,6 milhões de doadores cadastrados no Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (Redome). Os candidatos a doação de medula óssea devem ter entre 18 e 55 anos de idade e boa saúde, ou seja, não podem ter doença infecciosa, cânceres ou doenças imunológicas. “Se o doador for compatível com o paciente, ele será convocado pelo Hemominas, onde receberá uma avaliação médica para constatar se ele está apto para a doação”, explica Guilherme Muzzi, hematologista e coordenador do serviço de transplante de medula óssea do Hospital Felício Rocho, em Belo Horizonte (MG). A probabilidade de encontrar uma medula óssea compatível é, em média, é de 1 em 100 mil. Por isso, é necessário um extenso número de doadores cadastrados, pois quanto mais doadores, maiores as chances de se encontrar um que seja compatível. De acordo com Guilherme Muzzi, doenças como as leucemias, anemias severas, aplasia, imunodeficiências e outras deficiências hematológicas comprometem a produção normal de células sanguíneas. “Para essas doenças, muitas vezes, o transplante de medula óssea é a única forma de tratamento”, diz.


Efeito BB Glow é a tendência da vez
  
(foto: Ton Nettos/Divulgação)
(foto: Ton Nettos/Divulgação)

 
Pele translúcida e bem tratada. Esses são os quesitos do efeito BB Glow, tratamento estético que realça o brilho e a suavidade da pele, sem a necessidade da maquiagem tradicional. O procedimento baseia-se na estimulação do colágeno por meio de um sérum exclusivo para o BB Glow. De acordo com Nilda Durães, terapeuta ortomolecular com especialização em extensão de cílios e micropigmentação e dona da clínica que leva seu nome, o BB Glow tornou-se um dos melhores tratamentos para rejuvenescimento e aparência uniforme da pele. “Para se ter a pele radiante, um dos produtos utilizados é o soro branco. Ele tem uma base que dá cobertura instantânea, minimizando a aparência dos poros e suavizando as rugas. O tom da pele fica mais uniforme de forma gradual. Esse soro também tem ácido hialurônico para preencher a pele e dar um brilho radiante, bem como vitamina C para tratar a hiperpigmentação e sardas”, explica. A especialista ressalta que o BB Glow não é tatuagem e nem camuflagem. “Não é uma tatuagem, pois, está mais próximo do microagulhamento, uma vez que trabalhamos com agulhas baixas, que não atingem a derme reticular. Além disso, ele também não é uma camuflagem, pois o tratamento é realizado com séruns e micropartículas de pigmentos apenas na camada da epiderme.



Saúde bucal na gravidez

Durante a gestação, alterações hormonais e demais mudanças no organismo feminino podem provocar problemas bucais, como desgaste do esmalte dos dentes e inflamações na gengiva. Para evitar o desenvolvimento dessas disfunções, o ortodontista Fábio Bibancos cita cuidados especiais e atenção para alguns incômodos, como refluxo, azia e ânsia de vômito. Nessas situações, o conteúdo do estômago volta para a boca e deixa o pH da região mais ácido, afetando os dentes. Por isso, após a regurgitação, ele aconselha a fazer um bochecho com água, acompanhado de uma boa escovação. Ele alerta também para o surgimento da gengivite, cujos sinais mais comuns são: gengiva inflamada e sangramento ao escovar os dentes ou ao passar o fio dental. Essas inflamações gengivais, quando não acompanhadas e tratadas no início, podem acarretar no aumento de prostaglandina, que provoca contrações e antecipa o parto”, explica. Para evitar o problema, os fios dentais com astes e palitos interdentais siliconados, também são bons aliados, porque eliminam resíduos de alimentos e bactérias na região da gengiva de modo prático e rápido, além de fáceis de levar na bolsa. Por último, realizar consultas preventivas ao dentista. “Se o dentista acompanha o quadro de saúde do paciente a cada seis meses, fica mais fácil e seguro planejar procedimentos com o menor risco possível para a gestante. Dessa forma, o dentista pode atuar na prevenção de doenças e orientar a gestante com base no histórico da paciente.
 


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