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Estado de Minas OPINIÃO SEM MEDO

É o fim da picada: um adula ditador, o outro adula torturador

Bolsonaro não se cansa de enaltecer Brilhante Ustra. Já Lula manda recado a Maduro: 'tamo junto'


14/05/2021 06:52 - atualizado 14/05/2021 07:35

(foto: Wilson Dias - Agência Brasil / Eneas de Troya - Flickr)
(foto: Wilson Dias - Agência Brasil / Eneas de Troya - Flickr)


Pobre Brasil. O que será que colocaram na nossa água, meu Deus do céu? Como pode um país desse porte, uma das maiores economias do mundo, líder em setores importantes do comércio mundial não se permitir abandonar o atraso, progredir e um dia ser feliz?

Após 14 anos, que pareceram 14 séculos, de cleptocracia lulopetista, que fraturou nossas instituições, corroeu o tecido social e destruiu a economia, atirando 15 milhões de brasileiros no desemprego, nos aparece, logo na sequência, um miliciano, ignorante e autocrata.

Jair Bolsonaro, o verdugo do Planalto, nem sequer completou o terceiro ano de mandato, mas o cheiro de mofo apodrecido que emana do seu governo faz parecer que inferniza nossas vidas desde sempre. Ele e sua alma gêmea petista são pestes da mesma cepa.

Ainda assim, depois de tanto sofrimento, o brasileiro parece não estar satisfeito o bastante com a dor e, ao que tudo indica, escolherá um dos dois para assombrar o País por mais quatro - ou oito, ou doze, ou dezesseis… - anos novamente, a partir de janeiro de 2023.

ADORADORES DE MONSTROS

Quem não se lembra do amigão do Queiroz votando pelo impeachment de Dilma Rousseff, uma inofensiva estoquista de vento se comparada a estes dois doentes morais, quando homenageou o torturador e assassino cruel, chefe do DOI-CODI, Coronel Carlos Brilhante Ustra?

Ele e sua prole, igualmente asquerosa, não perdem uma mísera oportunidade de enaltecer o torturador maldito. Mas não estão sós, não, quando o objetivo é venerar facínoras sanguinários. O Partido dos Trabalhadores historicamente se posiciona ao lado dos monstros.

O PT sempre apoiou os terroristas do Oriente Médio. Lula chamou Muammar Al Gaddafi de “amigo” e “irmão”. Em troca, a história até hoje mal contada da doação clandestina de 1 milhão de dólares do tirano sírio. Sem contar no financiamento aos terroristas do MST e afins. 

Gleisi Hoffmann, a presidente do bando (vai me processar de novo, deputada?) e Fernando Haddad, ao lado de outros trastes da esquerda nacional, já disseram - e repetem! - que Cuba e Venezuela não são ditaduras. Aliás, é célebre a frase: “por lá, existe democracia até demais”.

Provando que idade e cadeia não regeneram um imoral, o meliante de São Bernardo posou junto ao retrato do ditador venezuelano, Nicolás Maduro, e lhe mandou um recado: “tamo junto”. A infâmia ocorreu nessa quinta-feira (13), na embaixada da Venezuela.

ENCERRO


Há uma fantasia a respeito da cordialidade do brasileiro. Sim, é fantasia! Cordiais uma ova! Matamos uns aos outros como se fossemos moscas. Nos estádios, no trânsito, nos bares, nos lares. Por aqui mata-se pela cor, gênero sexual, ideologia política, batida de carro etc. 

E nos agredimos por tudo também, seja pelo time de futebol ou simplesmente por causa de opiniões a respeito de qualquer coisa. O brasileiro agride-se até por causa do BBB! Somos um povo talhado para a violência, por isso não nos importamos com ela.

Exagero meu? Bem, se algum bolsominion ou petralha, que hoje, juntos, representam 2/3 do eleitorado brasileiro, algo como 100 milhões de brasileiros, ousarem levantar o zurro contra a idolatria a monstros dos seus amados candidatos, talvez eu repense o caso. 

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