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Estado de Minas OPINIÃO

Nos Estados Unidos, empresas se mobilizam em defesa da mulher

'Por que no Brasil as grandes empresas ignoram as atrocidades cometidas cotidianamente contra mulheres?'


27/06/2022 04:00 - atualizado 26/06/2022 23:30

policiais e manifestantes contrários à decisão da Suprema Corte dos EUA sobre aborto
'Com a nova decisão da Suprema Corte, o aborto deverá ser proibido em 26 dos 50 estados americanos' (foto: Tasos Katopodis/Getty Images/AFP)

Grandes empresas americanas deram um notável exemplo de civilidade. Após a Suprema Corte dos Estados Unidos derrubar a lei que garantia nacionalmente o direito ao aborto no país – agora a decisão é de casa estado –, gigantes como Comcast, Disney, JP Morgan, Netflix, Paramount, Sony e Warner Bros avisaram que vão cobrir custos com viagens para pessoas que desejarem realizar o procedimento em estados que o autorizem.

Com a nova decisão da Suprema Corte, o aborto deverá ser proibido em 26 dos 50 estados americanos. O mundo corporativo dos Estados Unidos está mobilizado. Na semana passada, a marca de roupas e acessórios Patagonia anunciou que pagará a fiança de funcionários que forem presos em manifestações pró-aborto.

A decisão vale para os colaboradores que protestarem “pacificamente por justiça reprodutiva.” Os casos acima levam a uma reflexão: por que no Brasil as grandes empresas ignoram as atrocidades cometidas cotidianamente contra mulheres?

"Na engenharia, eu vejo o fracasso de um ano como uma oportunidade de tentar novamente no ano seguinte"

Gordon Moore, fundador da Intel



No Brasil, mundo corporativo teme ataques nas redes sociais

As empresas brasileiras evitam se posicionar a respeito de temas como o aborto porque temem a violência das redes sociais. “Sempre discutimos internamente se é o caso de entrar neste assunto, porque o consideramos importantíssimo”, diz a diretora de recursos humanos de uma companhia da área financeira.

“Mas a intolerância das mídias sociais e os ataques que partem principalmente da ala ultraconservadora da sociedade acabam nos influenciando. Isso é um erro, admito.”

Parceria entre Brasil e Alemanha resulta na criação de fertilizante

plantão de soja em Minas Gerais com duas colheitadeiras ao fundo
'Com 70 milhões de hectares plantados, o Brasil é o quarto maior consumidor de fertilizantes do mundo' (foto: Faemg/Divulgação)
Pesquisadores da Embrapa Instrumentação (SP), Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri) e do instituto alemão Forschungszentrum Jülich criaram uma nova classe de fertilizantes multifuncionais.

O produto é feito a partir do enxofre, rejeito da indústria do petróleo, e aumenta a produtividade de culturas como a soja. Com 70 milhões de hectares plantados, o Brasil é o quarto maior consumidor de fertilizantes do mundo.
 

Gerdau e universidade se unem para pesquisar aço de alta performance

Parcerias entre o mundo corporativo e instituições acadêmicas estimulam a inovação. A Gerdau, maior empresa brasileira produtora de aço, fechou acordo com a Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP) para a pesquisa de aços ultra resistentes de alta performance.

Segundo a empresa, o foco principal é o estudo da chamada transformação bainítica, que confere ao aço tenacidade e resistência mecânica. Inicialmente, o projeto se concentrará no desenvolvimento de materiais para o setor de Óleo e Gás.

Rapidinhas

  • O Programa de Especialidade e Geração de Acesso ao Sistema Único de Saúde (Pegasus), criado pela americana Medtronic, traz frutos para o Brasil. A empresa fechou parceria com Hospital do Rocio, na região metropolitana de Curitiba (PR), para que portadores de obesidade realizem cirurgia bariátrica por videolaparoscopia, método minimamente invasivo e raro no SUS.   

  • A iniciativa Pegasus deverá envolver, nos próximos três anos, vinte hospitais públicos e privados nas regiões Sul e Sudeste, interior de Minas e capitais. A expectativa da Medtronic é beneficiar 20 mil pacientes que farão cirurgia bariátrica e metabólica, entre outras. O projeto consumiu R$ 1 milhão em investimentos.

  • A startup Appmax, especializada em soluções de pagamento, descobriu que 50% das compras online que utilizam o Pix  não são concluídas. Como os códigos gerados pelo e-commerce valem por apenas 30 minutos, muitos clientes não prosseguem com o pagamento antes de o código expirar.

  • Por que a desistência ocorre? “Na fricção de último momento, entre a geração do código e a abertura do app do banco, dá tempo para o comprador mudar de ideia ou se envolver em algum imprevisto ”, diz Betina Wecker, cofundadora da Appmax. Outro motivo é a dificuldade de uso do Pix por pessoas não adaptadas a ferramentas digitais.
 

US$ 304 bilhões

Foi quanto o mercado global de bens de luxo movimentou em 2021, segundo estudo da consultoria Bain & Company. O número representa um avanço de 7% sobre 2019, antes da pandemia

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