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Estado de Minas MERCADO S/A

Minalba ganha batalha na Justiça contra Danone

Em 2017, a Danone havia processado a Minalba sob a alegação de que o uso do termo 'pH alcalino' não se sustentava na comunidade científica


postado em 20/08/2019 06:00 / atualizado em 20/08/2019 07:37

Empresa brasileira conseguiu reverter decisão que pedia a retirada da informação %u201CpH Alcalino%u201D nos rótulos das garrafas e nas publicidades(foto: Reprodução da internet)
Empresa brasileira conseguiu reverter decisão que pedia a retirada da informação %u201CpH Alcalino%u201D nos rótulos das garrafas e nas publicidades (foto: Reprodução da internet)
A água mineral Minalba, que pertence ao Grupo Edson Queiroz, reverteu na Justiça decisão até então desfavorável em ação impetrada pela concorrente francesa Danone, dona da Bonafont, que pedia a retirada da informação “pH Alcalino” nos rótulos das garrafas e nas publicidades da marca brasileira.

Em 2017, a Danone havia processado a Minalba sob a alegação de que o uso do termo “pH alcalino” não se sustentava na comunidade científica e, portanto, não poderia ser utilizado, como a Minalba vinha fazendo.

  “Ao contrário do que afirma a Danone, há diversos estudos científicos comprovando a influência da alcalinidade da água sobre a saúde das pessoas”, afirmou o desembargador Ricardo Negrão, em sua sentença. “Por isso, não se pode creditar a pecha de propaganda enganosa.”

A nova revolução de Jack Ma
Depois de transformar o Alibaba no maior e-commerce do mundo, o chinês Jack Ma decidiu virar do avesso o sistema financeiro de seu país. Criado por ele há apenas quatro anos, o banco digital MYBank já emprestou US$ 300 bilhões para 16 milhões de pequenas empresas. A razão para o desempenho espetacular está na tecnologia: o sistema de inteligência artificial do MYBank libera crédito em três minutos e sem nenhuma interação humana. Segundo Ma, a taxa de inadimplência é de 1%.

Bolsa 1: Multa aplicada à XP acaba com a era da ingenuidade na bolsa
A multa de R$ 10 milhões que a XP recebeu da BSM, órgão regulador da bolsa de valores, por usar uma ferramenta digital que causou prejuízos aos clientes é o retrato do novo dinamismo do mercado brasileiro. A ferramenta usada pela XP se chama Retail Liquidity Provider, que permite operações em milissegundos. Nos Estados Unidos, a prática conhecida como flash trader é antiga. No Brasil, é tão recente que os clientes não sabem de sua existência. “Acabou a era da ingenuidade”, diz um gestor.

Bolsa 2: Caso vai testar confiança dos investidores brasileiros
A multa que a XP recebeu, revelada pelo site Jota, vai testar a confiança dos investidores brasileiros. No início de agosto, 1,16 milhão de CPFs estavam cadastrados na Bolsa, número recorde. Há uma década, eram 500 mil. A XP tem papel importante nesse contexto. É a principal corretora do país, com participação de mercado de 16%. A XP tem planos ambiciosos. Seu IPO (oferta inicial de ações), está previsto para o ano que vem, podendo movimentar US$ 2,5 bilhões. 

RAPIDINHAS
- Em tempos de guerra comercial e mercado volátil, o ouro tem se revelado um porto seguro para investidores. Em Nova York, já é negociado em torno de US$ 1,5 mil por onça-troy (31,1 gramas), o maior valor em seis anos. Apesar da disparada, especialistas dizem que há espaço para mais.

- A desvalorização do peso depois da vitória da chapa peronista formada por Alberto Fernández e Cristina Kirchner nas eleições primárias da Argentina deve atrair estrangeiros para o país. E eles já são muitos. No primeiro trimestre de 2019, o número de turistas do Brasil cresceu 64% ante o mesmo período do ano passado.

- O Google For Education e a Undime (União Nacional de Dirigentes Municipais de Educação) assinaram parceria para a troca de conhecimentos relacionados à educação básica. A principal ação será patrocinada pelo Google e prevê a realização de uma pesquisa inédita no Brasil para verificar o nível de acesso, uso e apropriação das tecnologias por alunos, professores e gestores.

- A novela Trump-Huawei não tem fim. Ontem, o Departamento de Comércio dos Estados Unidos estendeu por mais 90 dias a autorização para que a empresa chinesa compre produtos de fornecedores americanos. Em maio, Trump mandou incluir a Huawei em uma lista de empresas proibidas de negociar com fornecedores do país.

45 milhões 
de brasileiros não têm conta em banco, número que equivale à população de um país como a Espanha. Segundo cálculos do Instituto Locomotiva, esse grupo movimenta R$ 800 bilhões por ano



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