BORA VIAJAR NOS FERIADOS

Check-list: Já visitou as 4 cidades Patrimônios da Unesco em Minas?

Aproveite os feriadões para conhecer destinos únicos no mundo. São lugares que preservam muita historia e encantam os visitantes

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Quem sentiu falta dos "feriadões" em 2024 pode dar pulos de alegria, porque 2025 promete ser um ano recheado de folgas prolongadas. Dos 13 feriados nacionais, nove cairão em dias úteis de trabalho, podendo render descansos estendidos. Ainda haverá as datas comemorativas estaduais e municipais, que dão direito a descanso extra a quem morar no local.

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A maioria dos feriados vai cair em dias úteis e bem pertinho dos fins de semana, como se o calendário tivesse feito um acordo com o descanso. E não para por aí. Além dos feriados nacionais, os locais também vão oferecer aquelas datas comemorativas que dão direito a mais um dia de cachoeira ou sofá para quem mora na área.

Diante do calendário de folgas, os brasileiros têm uma excelente oportunidade de explorar alguns dos tesouros mais valiosos do país: os Patrimônios Mundiais da Humanidade. Esses locais, reconhecidos pela UNESCO por seu valor cultural ou natural, oferecem uma viagem inesquecível pela rica história e biodiversidade do Brasil, sendo que quatro destinos ficam em Minas Gerais Veja algumas dicas de destinos para visitar:


1. Cidade Histórica de Ouro Preto


Antiga capital do estado de Minas Gerais durante o ciclo do ouro no século XVIII, Ouro Preto é um espetáculo de arquitetura colonial barroca, com ruas de pedras sinuosas, pontes, fontes e praças que encaram. Para uma experiência completa, não deixe de visitar a Igreja de São Francisco de Assis e o Museu da Inconfidência. Ouro Preto foi declarada Patrimônio Cultural da Humanidade pela UNESCO em 1980, tornando-se a primeira cidade brasileira a receber este título.

2. Centro Histórico de Diamantina

Diamantina foi a segunda cidade mineira a ser tombada pela Unesco

Diamantina foi a segunda cidade mineira a ser tombada pela Unesco

Juarez Rodrigues/EM

O Centro Histórico de Diamantina (MG) foi reconhecido como Patrimônio Mundial em 1999. Localizada na Serra do Espinhaço, na porta de entrada para o Vale do Jequitinhonha, a cidade se desenvolveu a partir da exploração de minérios e, principalmente, do diamante. A arquitetura de origem portuguesa, as ruas de pedras e as ladeiras fazem de Diamantina única. Entre os principais monumentos que compõem o centro histórico, destacam-se o Museu do Diamante e a Biblioteca, as residências nobres e as igrejas, como a de Nossa do Carmo e a Igreja de São Francisco.


3. Conjunto Moderno da Pampulha

A Pampulha é o primeiro bem cultural a receber o título de Paisagem Cultural do Patrimônio Moderno

A Pampulha é o primeiro bem cultural a receber o título de Paisagem Cultural do Patrimônio Moderno

Jair Amaral/EM

O Conjunto Moderno da Pampulha, em Belo Horizonte, recebeu o título de Patrimônio Mundial pela Unesco em 2016. A Pampulha é o primeiro bem cultural a receber o título de Paisagem Cultural do Patrimônio Moderno. Concebido como uma obra de arte total, integrando as peças artísticas aos edifícios e estes à paisagem, nele estão as quatro primeiras obras assinadas pelo arquiteto Oscar Niemeyer, projetadas na década de 1940. Para a Unesco, o local representa uma obra-prima do gênio criativo humano, e o próprio Oscar Niemeyer o considerou uma de suas obras mais importantes. Formado por uma paisagem que agrega quatro edifícios articulados em torno do espelho d’água de um lago urbano artificial, é composto pela Igreja de São Francisco de Assis, o Cassino (atual Museu de Arte da Pampulha), a Casa do Baile (Centro de Referência em Urbanismo, Arquitetura e Design de Belo Horizonte) e o Iate Golfe Clube (Iate Tênis Clube). Completam esse patrimônio cultural os painéis em azulejos criados por Cândido Portinari, esculturas de artistas renomados como Alfredo Ceschiatti e José Alves Pedrosa, e os jardins planejados pelo paisagista Roberto Burle Marx.


4. Santuário do Bom Jesus de Matosinhos ( Congonhas)

Obra-prima do barroco mundial, Santuário Basílica do Senhor Bom Jesus de Matosinhos, foi reconhecido, em 1985, Patrimônio da Unesco

Obra-prima do barroco mundial, Santuário Basílica do Senhor Bom Jesus de Matosinhos, foi reconhecido, em 1985, Patrimônio da Unesco

Alexandre Guzanshe/EM

Considerado uma das obras-primas do barroco mundial, o Santuário do Bom Jesus de Matozinhos foi reconhecido como Patrimônio da Humanidade em 1985. Situado em Minas Gerais, no município de Congonhas, o Santuário começou a ser construído na segunda metade do século 18. O conjunto consiste em uma igreja, com interior em estilo rococó, adro murado e escadaria externa decorada com estátuas dos 12 profetas em pedra sabão, além de seis capelas dispostas lado a lado no aclive frontal ao templo, denominadas Passos, ilustrando a Via Crucis de Jesus Cristo. As 66 esculturas de madeira policromada em tamanho natural, abrigadas nas seis capelas que reúnem os sete grupos de Passos da Paixão de Cristo, compõem um dos mais completos grupos escultóricos de imagens sacras no mundo, sendo, sem dúvida, uma das obras-primas de Francisco Antônio Lisboa, o Aleijadinho, que deixou para a humanidade uma obra de grande expressão e originalidade.

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