Morte por linha no trânsito acende alerta urgente
Com cerol e pó de vidro, a brincadeira de crianças se transformou em arma letal. Conheça os casos que chocam e como se defender.
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A recente morte da professora Cláudia Moraes Silva em Montes Claros, Minas Gerais, atingida por uma linha chilena enquanto pilotava sua moto, reacende um alerta nacional sobre um perigo silencioso e muitas vezes invisível no trânsito. O acidente trágico evidencia a vulnerabilidade dos motociclistas e a importância de equipamentos de segurança específicos, que podem evitar ferimentos graves e até fatais.
O uso de linhas com cerol ou do tipo chilena, potencializadas com pó de vidro e/ou óxido de alumínio, é crime. No entanto, a fiscalização é complexa e a prática persiste, transformando uma brincadeira em uma arma. Para quem usa a motocicleta como meio de transporte diário, a prevenção se torna a principal ferramenta de defesa.
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O item mais conhecido e eficaz contra esse risco é a antena corta-pipa. Instalada no guidão, ela possui uma lâmina na ponta que apara a linha antes que ela atinja o pescoço ou o capacete do piloto. O custo do acessório é acessível e a instalação é simples, sendo um investimento fundamental para a segurança.
Como se proteger no trânsito
Além da antena, outros equipamentos e atitudes aumentam a proteção do motociclista. Conhecer as opções disponíveis é o primeiro passo para uma pilotagem mais segura em qualquer cidade.
Antena corta-pipa: o dispositivo deve ser instalado no guidão, em uma posição que sua altura ultrapasse a do capacete do condutor. É importante verificar a qualidade do material e a fixação correta para garantir sua eficácia.
Protetor de pescoço: outro acessório fundamental é o protetor de pescoço, também conhecido como "pescoceira". Geralmente feito de neoprene e outros materiais resistentes, ele cria uma barreira física que dificulta o corte e pode dar ao piloto segundos preciosos para reagir.
Jaquetas resistentes: jaquetas de motociclismo, principalmente as de couro ou de tecidos robustos como a cordura, oferecem uma camada extra de proteção. Embora não sejam projetadas especificamente para barrar linhas, sua resistência pode diminuir o impacto de um contato superficial no tronco ou nos braços.
Capacete com viseira fechada: manter a viseira do capacete sempre fechada é uma regra básica que protege contra detritos e insetos, mas também é vital contra linhas cortantes. A linha pode atingir o rosto e os olhos, causando danos irreversíveis. A viseira funciona como um escudo primário.
A legislação proíbe a fabricação, a venda e o uso de linhas cortantes em todo o país, com penalidades que podem incluir multas e detenção. A responsabilidade criminal aumenta em casos de lesão corporal ou morte. O investimento em equipamentos de segurança é baixo quando comparado ao risco, e a atenção redobrada ao trafegar por áreas de maior risco, como perto de parques e praças, é essencial.
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Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.