André Mendonça decidiu restringir o acesso ao conteúdo armazenado na sala-cofre da CPMI do INSS envolvendo o banqueiro Daniel Vorcaro por receio de que a divulgação de material íntimo pudesse abrir brecha para pedidos de anulação de provas no processo.

Na decisão, Mendonça determinou a preservação do sigilo sobre os arquivos ligados a Vorcaro que estão sob guarda da comissão parlamentar.

Entre os conteúdos já identificados no aparelho do banqueiro estão mensagens trocadas com a ex-noiva, a modelo e influenciadora Martha Graeff, e vídeos íntimos de Vorcaro.

A avaliação é que a exposição pública desse tipo de material poderia alimentar questionamentos jurídicos sobre a forma como as provas foram obtidas ou divulgadas. O temor é que a exploração de conteúdos pessoais, sem relação direta com os crimes investigados, seja usada pela defesa para sustentar pedidos de nulidade no processo.

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Por isso, Mendonça optou por restringir o acesso ao material enquanto ele permanece armazenado sob custódia da CPMI.

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