A reunião com André Mendonça e os próximos passos da CPI do INSS

Presidente e relator da comissão esperam julgamento sobre depoimentos por colegiado e podem entrar com ação para prorrogar trabalhos

Publicidade
Carregando...

A reunião entre integrantes da CPI Mista do INSS e o ministro do STF André Mendonça, realizada na noite desta quarta-feira, 11, indicou os próximos movimentos que vão definir o rumo das investigações sobre fraudes em benefícios e empréstimos consignados. Um recurso sobre a dispensa do depoimento do banqueiro Daniel Vorcaro deverá ser julgado em breve na Segunda Turma do Supremo. Ao mesmo tempo a comissão avalia recorrer ao STF para garantir a prorrogação dos trabalhos, previstos para acabar no próximo dia 28.

Fique por dentro das notícias que importam para você!

SIGA O ESTADO DE MINAS NO Google Discover Icon Google Discover SIGA O EM NO Google Discover Icon Google Discover

De acordo com o presidente da CPI, senador Carlos Viana (Podemos-MG), a intenção de levar a ação para ser decidida por um colegiado foi manifestada por Mendonça durante a reunião. O ministro concedeu o habeas corpus que tornou facultativo o comparecimento de Vorcaro à comissão.

Nos últimos meses, decisões judiciais têm permitido que investigados e testemunhas deixem de atender às convocações da CPI, o que, segundo os parlamentares, tem limitado o avanço das apurações. A expectativa da comissão é que um posicionamento da turma do Supremo ajude a dar mais clareza sobre os limites das convocações feitas pelo Congresso.

A prorrogação da CPI depende de uma decisão do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP). Caso ele não concorde com a continuação das investigações, o comando da CPI analisa a possibilidade de apresentar um mandado de segurança no STF para garantir o avanço dos trabalhos.

Siga nosso canal no WhatsApp e receba notícias relevantes para o seu dia

O relator da CPMI, deputado Alfredo Gaspar (União Brasil-AL), afirmou que a comissão ainda tenta aprofundar a apuração sobre o sistema financeiro e os contratos de crédito consignado. Segundo ele, essa etapa concentra valores muito superiores aos já investigados em descontos associativos e depende da obtenção de novas provas e depoimentos. Precisamos impor restrições ao que temos encontrado, disse.

Tópicos relacionados:

reportagem

Acesse o Clube do Assinante

Clique aqui para finalizar a ativação.

Acesse sua conta

Se você já possui cadastro no Estado de Minas, informe e-mail/matrícula e senha. Se ainda não tem,

Informe seus dados para criar uma conta:

Digite seu e-mail da conta para enviarmos os passos para a recuperação de senha:

Faça a sua assinatura

Estado de Minas

Estado de Minas

de R$ 9,90 por apenas

R$ 1,90

nos 2 primeiros meses

Aproveite o melhor do Estado de Minas: conteúdos exclusivos, colunistas renomados e muitos benefícios para você

Assine agora
overflay