Cleitinho rebate seguidor sobre ser de direita: ‘Sou mais que você’
Governador eleito de Minas Gerais respondeu a crítica em publicação na qual condenou boicotes a comerciantes que apoiaram Lula nas eleições
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O governador eleito de Minas Gerais, Cleitinho Azevedo (Republicanos), rebateu um seguidor que questionou seu posicionamento político após o senador criticar as campanhas de boicote contra comerciantes e empresários que declararam apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
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Em uma publicação nas redes sociais, o internauta afirmou que Cleitinho não seria de direita, o que provocou uma resposta do parlamentar. “Você não é de direita, cara”, escreveu o seguidor. Cleitinho reagiu: “Sou mais que você e te garanto porque o que eu falo eu pratico, não sou um fariseu”.
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A troca de mensagens ocorreu em uma publicação feita pelo governador eleito nesse domingo (1º/11), na qual ele condenou as retaliações contra estabelecimentos comerciais e prestadores de serviços que manifestaram apoio à reeleição de Lula, no segundo turno das eleições presidenciais, realizado em 25 de outubro.
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No vídeo, Cleitinho também criticou a exposição de uma criança em razão da preferência política da família e direcionou críticas a parlamentares que incentivam os boicotes. Ao se posicionar contra as retaliações, o senador fez questão de destacar sua identificação com a direita.
“Eu, como cristão e de direita, repudio essa atitude medíocre dessa jovem, que humilhou uma criança por questões políticas. Primeiro que a criança não vota”, declarou.
O governador eleito também cobrou coerência dos políticos que defendem as campanhas de boicote, argumentando que os salários e benefícios dos parlamentares são custeados por impostos pagos pela população e pelas empresas.
“Está na hora de abrir mão do salário e dos privilégios, até porque quem paga essas mordomias são os trabalhadores e os empresários de todo o Brasil”, afirmou.
Para justificar sua posição, Cleitinho relembrou o período em que trabalhava no varejão do pai e destacou que as preferências políticas dos clientes nunca foram motivo de discriminação no estabelecimento.
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“Eu também, meu ganha-pão sempre veio do varejão. Quer dizer, todos os clientes que compravam lá no varejão, nunca perguntei se eles eram Bolsonaro, se era Lula, se era de direita ou de esquerda. Isso nunca teve lá dentro do varejão”, declarou.