O senador Cleitinho Azevedo (Republicanos-MG) evitou declarar apoio a uma eventual candidatura do ex-secretário Marcelo Aro (PP) na disputa ao governo de Minas Gerais e afirmou que continuará tentando convencer o Republicanos a manter sua candidatura ao Palácio Tiradentes.
A manifestação ocorreu nesta terça-feira (4/8), após a convenção nacional do partido, em Brasília, em meio à decisão da legenda de buscar outro nome para a corrida eleitoral.
Questionado por jornalistas sobre a possibilidade de apoiar Aro, que passou a ser articulado como alternativa do Republicanos para a disputa estadual, Cleitinho afirmou que não pretende tratar de outro candidato enquanto ainda trabalha para permanecer na corrida. "Se estou aqui falando que eu sou candidato, não tem como falar que eu vou apoiar outro", declarou.
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A fala do senador ocorre após o presidente nacional do Republicanos, Marcos Pereira, afirmar que a decisão de não lançar Cleitinho ao governo de Minas está tomada. Segundo o dirigente, o partido optou por outro caminho diante das mudanças de posição do parlamentar sobre a candidatura.
Cleitinho, no entanto, disse que pretende procurar novamente Pereira para tentar reverter a decisão. O senador afirmou que não considera a postura do presidente partidário uma ruptura e disse que os dois precisam conversar.
Sem definição
O senador também foi questionado sobre a possibilidade de deixar o Republicanos caso a legenda mantenha a decisão de apoiar outro nome. Cleitinho descartou uma movimentação imediata e disse que pretende primeiro resolver a situação dentro do partido.
Sobre a possibilidade de apoiar outro candidato caso fique fora da disputa, ele afirmou que ainda não pretende discutir esse cenário. "Eu não vou tratar sobre isso agora, enquanto resolver a minha questão", disse.
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Candidatura em disputa
Durante a convenção nacional do Republicanos, Cleitinho voltou a defender seu nome para o governo de Minas e pediu ao presidente da legenda que reconsiderasse a decisão. O senador afirmou que a desistência anunciada na segunda-feira (3/8) ocorreu em um momento de dúvida e que mudou de posição após conversar com familiares.
