As movimentações da janela partidária redesenharam a composição da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) e colocaram o Partido Social Democrático (PSD) como o principal beneficiado do período. A legenda ampliou sua bancada e assumiu a primeira colocação na Casa, ao atingir 14 deputados estaduais.

Antes das mudanças, o PSD contava com 11 parlamentares. Durante a janela, a sigla perdeu um integrante, mas incorporou quatro novos nomes, o que resultou em um saldo positivo na ocupação de 14 cadeiras. Com isso, o partido se igualou ao Partido dos Trabalhadores (PT), que também chegou a 14 deputados após as alterações.

O PSD recebeu os deputados Bosco e Raul Belém, ambos vindos do Cidadania, além de Enes Cândido, que deixou o Republicanos, e João Magalhães, egresso do MDB.

PT amplia também

No campo da oposição ao governo de Minas, o PT também registrou crescimento. A sigla ampliou sua bancada com a entrada das deputadas Ana Paula Siqueira, eleita pela Rede, e Bella Gonçalves, que deixou o Psol para se filiar ao partido.

O União Brasil aparece como outra legenda que ganhou musculatura na Assembleia. O partido passou a contar com três novos parlamentares: Betinho Pinto Coelho, que deixou o PV, Doutor Paulo, ex-integrante do PRD, e Professor Wendel Mesquita, que veio do Solidariedade.

Em sentido oposto, algumas siglas sofreram redução de suas bancadas. O Cidadania foi um dos mais afetados, ao perder seus dois únicos representantes, Bosco e Raul Belém, ambos agora no PSD. O PRD também registrou baixas, com a saída de Doutor Paulo e Doorgal Andrada, que se filiou ao PP.

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As mudanças refletem a reorganização partidária no estado em meio à janela, período que permite a troca de legenda sem perda de mandato e que antecede as articulações para as eleições de 2026.

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