ELEIÇÕES 2026

Flávio Bolsonaro sobre racha no PL: ‘Apoio não se impõe’

Pré-candidato à presidência da República pediu apoio em sua defesa contra "as mentiras da esquerda" e disse que quer conquistar apoio "do seu jeito"

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O senador e pré-candidato à presidência da República Flávio Bolsonaro (PL-SP) se manifestou sobre a racha na direita, em específico no Partido Liberal, a respeito de sua candidatura.

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No X, antigo Twitter, o “filho 01” do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) agradeceu a quem “está de corpo, alma e coração” na defesa de seu nome no Executivo, mas que as provocações e cobranças de bolsonaristas para outros bolsonaristas têm “lhe preocupado”.

Segundo ele, é necessário que os apoiadores continuem o defendendo “das mentiras criminosas da esquerda e esfregando a verdade na cara” de quem é de esquerda.

“Fica aqui meu pedido sincero: não precisa “pressionar” ninguém ou me “defender” de pessoas que também querem Bolsonaro na Presidência da República. Já disse algumas vezes e repito, cada um tem o seu tempo e a sua forma de ajudar. Todos são importantes e preciso de todos para tornar essa caminhada menos difícil!”, afirmou.

O racha no campo político vem de pessoas que cobram apoio explícito a Flávio de parlamentares de direita, como foi cobrado do deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), enquanto outros nomes ainda querem que o ex-presidente assuma o poder. 

Um exemplo dessa cobrança é do próprio irmão de Flávio, o pré-candidato ao Senado por Santa Catarina e ex-vereador do Rio de Janeiro Carlos Bolsonaro (PL), que afirmou que está fazendo um levantamento de prefeitos, vereadores, lideranças e filiados do Partido Liberal (PL) que não têm divulgado a pré-candidatura de Flávio. Segundo ele, a intenção é encaminhar o “diagnóstico” à executiva da sigla para “corrigir” o que considera falta de engajamento interno.

Por sua vez, Jair Bolsonaro está inelegível até 2030 por abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação, por julgamento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Ele cumpre uma pena de 27 anos e 3 meses de prisão por tentativa de golpe de Estado, em condenação do Superior Tribunal Federal (STF).

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O senador e pré-candidato ainda afirmou que “apoio não se impõe, conquista-se” e pediu que os apoiadores o deixem fazer os movimentos pré-eleição “do seu jeito”. “Se não der certo, assumo a responsabilidade. Mas tenho certeza que Deus está no comando de tudo e isso é galho fraco pra Ele!”, finalizou.

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