Auditor fiscal é preso por cobrar propina para baixar imposto
Suspeito foi denunciado por uma vítima e pego em flagrante com envelope de dinheiro após avaliar imóvel por valor abaixo do mercado em Sítio Novo
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Um auditor fiscal de 57 anos foi preso em flagrante por suspeita de corrupção passiva nesta terça-feira (25/8), em Sítio Novo do Tocantins (TO). A ação policial aconteceu após uma vítima denunciar a cobrança de vantagem econômica indevida.
Segundo a Polícia Civil, o auditor estaria exigindo dinheiro para avaliar uma casa por um valor bem abaixo do mercado. Com a manobra, a vítima pagaria um imposto menor do que o devido ao fisco estadual.
O termo auditor fiscal é um dos mais buscados no Google Brasil. Segundo o Google Trends, houve um aumento de mais de 800% nas últimas 24 horas.
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Após a denúncia, os policiais localizaram e abordaram o suspeito logo depois de ele receber o dinheiro. No carro em que o homem estava, foi encontrado um envelope contendo parte da propina.
O auditor foi preso e encaminhado para a 3ª Central de Atendimento da Polícia Civil de Araguatins. O nome dele não foi informado.
O que diz a Secretaria da Fazenda
A Secretaria da Fazenda do Estado do Tocantins (Sefaz/TO) informou que afastou o auditor de suas funções e bloqueou seus acessos aos sistemas fazendários. A pasta também abriu um procedimento disciplinar e afirmou que colabora com as investigações.
Além disso, a Sefaz irá revisar as avaliações do Imposto sobre a Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCD) efetuadas pelo servidor nos últimos exercícios na região. O órgão reforça que as avaliações seguem critérios técnicos e legais.
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Eventuais discordâncias de valores devem ser apresentadas pelos canais oficiais da secretaria. Qualquer cobrança indevida feita por um servidor deve ser denunciada à Ouvidoria da Sefaz ou à Polícia Civil.
A secretaria destacou que a conduta investigada é individual e não representa os servidores da instituição, reafirmando seu compromisso com a legalidade, a transparência e a integridade na administração pública.
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Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.