Organização criminosa usava postos para lavar R$ 7,6 bilhões, diz PF
Além de lavagem de dinheiro, os investigados respondem por formação de organização criminosa e contratação direta ilegal
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A Polícia Federal começou, na manhã desta terça-feira (7/7), a 6ª fase da Operação Unha e Carne para desmantelar uma rede de postos de combustíveis na Região Metropolitana do Rio suspeita de ser usada como fachada para lavagem de dinheiro, com envolvimento de agentes públicos.
O esquema movimentou mais de R$ 7,6 bilhões nos últimos seis anos, segundo relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF) enviado à PF. Além de lavagem de dinheiro, os investigados respondem por formação de organização criminosa e contratação direta ilegal.
Mandados em cinco cidades do Rio
Nas diligências desta terça, agentes cumprem 19 mandados de busca e apreensão nos municípios de Niterói, São Gonçalo, Itaboraí, Resende e na capital fluminense. A Justiça também determinou o sequestro de bens e a suspensão das atividades econômicas das empresas ligadas ao grupo.
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A operação integra a Força-Tarefa Missão Redentor II, coordenada pela PF com o objetivo de desarticular organizações criminosas no estado do Rio de Janeiro, em linha com as diretrizes do Supremo Tribunal Federal na ADPF 635.