O planejamento de viagens internacionais passa diretamente pela força do passaporte, um documento que pode abrir ou fechar portas ao redor do mundo. A classificação global para 2026, segundo dados do Henley Passport Index 2026 e informações da Associação Internacional de Transporte Aéreo (Iata), revela quais são os documentos de viagem mais influentes, definindo seu poder pelo número de países que seus cidadãos podem visitar sem a necessidade de visto prévio.

No topo da lista, Singapura lidera sozinha com acesso a 192 destinos sem necessidade de visto. Logo atrás, Japão e Coreia do Sul dividem a segunda posição, ambos com acesso a 188 destinos. A disputa pelo topo mostra o crescente domínio de países asiáticos no ranking de mobilidade global.

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Como funciona a classificação

O critério para definir os passaportes mais poderosos é objetivo: quanto mais destinos, de um total de 227 analisados globalmente, um documento permite visitar sem a exigência de um visto antes da viagem, mais forte ele é considerado. A análise utiliza como base os dados da Iata, que monitora as regras de viagem globais.

Essa pontuação de isenção de visto é um forte indicador das relações diplomáticas de um país e da sua imagem internacional. Países com alta mobilidade geralmente possuem economias estáveis e laços fortes com outras nações.

Os passaportes mais influentes

A disputa pelas primeiras posições do ranking é acirrada, com nações asiáticas e europeias dominando o topo. Por outro lado, o ranking também evidencia a grande desigualdade de mobilidade global, com o passaporte do Afeganistão na última posição, dando acesso a apenas 24 destinos.

  • 1º lugar (192 destinos): Singapura

  • 2º lugar (188 destinos): Japão e Coreia do Sul

  • 3º lugar (186 destinos): Dinamarca, Espanha, Suécia e Suíça

Um destaque do relatório de 2026 é a ascensão dos Emirados Árabes Unidos, o país que mais subiu no ranking na última década, refletindo uma política externa focada em acordos de isenção de vistos.

E o passaporte brasileiro?

O Brasil ocupa a 16ª posição no ranking global. Atualmente, o documento brasileiro garante acesso a 169 países e territórios sem a necessidade de visto prévio, empatado com a Argentina. Na América Latina, o passaporte mais bem posicionado é o do Chile, em 13º lugar, com acesso a 175 destinos.

A lista, no entanto, é dinâmica e pode mudar ao longo do tempo. Novos acordos diplomáticos, alterações em políticas de vistos e até mesmo o surgimento de sistemas de autorização eletrônica, como o Etias na Europa, influenciam diretamente a posição de cada país. Por isso, a liberdade de viajar continua sendo um reflexo das relações internacionais.

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Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.

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