SWIFTIE DE CARTEIRINHA

Líder de gangue viraliza pelo look usado no momento da prisão

Apontado como chefe de pistoleiros, suspeito é investigado por cerca de 50 assassinatos. Quando foi levado pela polícia, ele usava um moletom da cantora

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A cantora Taylor Swift é uma das mais famosas do planeta e tem fãs em todos os lugares. Incluindo um dos criminosos mais procurados da Colômbia. Conhecido pelo codinome “Nías”, ele foi preso na segunda-feira (6/4), com uma longa lista de crimes, mas o que chamou atenção em redes sociais foi a roupa que ele usava no momento da captura e que tem a ver com a Loirinha. 

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Nías foi detido durante uma operação da Polícia Metropolitana de Bogotá após uma investigação de cerca de um ano. Segundo as autoridades, ele é apontado como um dos principais líderes operacionais da organização criminosa El Mesa, atuando como chefe de pistoleiros do grupo.

Omoletom que ele vestia na hora da prisão despertou a curiosidade dos internautas: uma peça estampada com “1989 (Taylor’s Version)”, álbum da cantora Taylor Swift. A imagem do suspeito com a roupa inesperada rapidamente circulou na internet, gerando comentários e memes, contrastando com a gravidade das acusações.

“A máfia Swiftie é babado mesmo”, escreveu um perfil na rede social, associando o criminoso com a fan base da cantora. “Taylor tendo impacto da lua até o mundo do crime, essa bolha dela está ficando bem grande”, disse outra pessoa. 

De acordo com a polícia, Nías tem quase uma década de histórico criminal e é suspeito de envolvimento em cerca de 50 homicídios. Ele iniciou a trajetória no crime aos 13 anos e se tornou uma das figuras mais violentas ligadas à facção.

Os investigadores também o relacionam diretamente a pelo menos seis assassinatos recentes, incluindo dois casos registrados em março de 2025, quando corpos foram encontrados dentro de sacos na estrada que liga Bogotá a Cota, na região de Cundinamarca. Ao todo, 23 integrantes da El Mesa foram presos, incluindo outros supostos líderes.

Segundo as investigações, o grupo atuava em diversos bairros da cidade e utilizava estratégias como táxis para transporte de drogas e armas. Além disso, alugava imóveis por curtos períodos para armazenar entorpecentes e armamentos, que depois eram distribuídos em pontos como estacionamentos, casas noturnas e vias públicas.

A polícia afirma ainda que Nías atuava sob ordens de um líder conhecido como “Alejo”, sendo responsável por execuções direcionadas contra membros de facções rivais. A operação incluiu o cumprimento de 15 mandados de busca em diferentes regiões e é considerada uma das maiores ações recentes contra o crime organizado em Bogotá. 

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