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Professor é afastado após ser acusado de mostrar pornografia a alunos em MG

Caso é investigado pela Polícia Civil e aconteceu dentro da sala de aula de uma escola da rede estadual em Cambuí, no Sul de Minas Gerais

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Um professor da rede estadual de ensino foi afastado do cargo depois de ser acusado de mostrar conteúdo pornográfico para ao menos dois alunos, de 11 e 12 anos, dentro da sala de aula de uma escola em Cambuí, no Sul de Minas Gerais. O afastamento do servidor foi formalizado pelo governo do estado nesta terça-feira (19/5), conforme consta em publicação do "Diário Oficial" de Minas.

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O caso aconteceu em 29 de abril, mas só chegou ao conhecimento das autoridades policiais na última quinta-feira (14/5). Conforme registrado no boletim de ocorrência, o conteúdo inapropriado trata-se de um mangá – nome dado às histórias em quadrinhos japonesas – levado para a sala de aula por um dos alunos, segundo informou a direção escolar. Agora, a Polícia Civil segue com as diligências de investigação. 

Em um vídeo registrado por uma estudante, um dos alunos comenta: "Os cara peladão (sic)." O professor, então, com o mangá na mão, mostra a ele o desenho e fala: "Aqui, mano!". Em seguida, outro aluno pede para ver o material, e o professor mostra novamente as imagens e diz: "São dois gays."

O afastamento do profissional foi determinado de forma cautelar — ou seja, trata-se de uma medida preventiva e temporária a fim de proteger as investigações e a lisura do processo. 

Em comunicado, a Secretaria de Estado de Educação (SEE-MG) disse que "repudia com veemência qualquer ato inadequado de servidores da pasta e reforça que as escolas e os educadores são orientados quanto à postura adequada". 

A Superintendência Regional de Ensino (SRE) de Pouso Alegre, responsável pela coordenação da escola onde o professor teria exibido o material pornográfico, disse que enviou um relatório ao Núcleo de Correição Administrativa (Nucad) da SEE-MG. Não foi divulgado o que consta nesse documento. 

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"O Núcleo de Acolhimento Educacional (NAE), formado por profissionais de psicologia e assistência social, também foi acionado para fazer o acompanhamento e as tratativas com os adolescentes envolvidos", finalizou a SEE-MG. 

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