BH cria lei de atendimento em Libras para PCDs vítimas de violência
Pessoas surdas ou com deficiência auditiva poderão ser atendidas com intérprete de Libras caso sejam vítimas de violência na capital mineira
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Pessoas com deficiência (PCDs) que forem vítimas de violência poderão ser atendidas em Libras em delegacias e outros equipamentos públicos em Belo Horizonte, conforme publicado no Diário Oficial do Município (DOM) desta terça-feira (12/5).
A Lei Municipal de Inclusão da Pessoa com Deficiência e da Pessoa com Mobilidade Reduzida, de nº 11.416, de 2022, agora inclui intérpretes.
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Segundo o Diário oficial do município", o serviço de intérprete de Libras poderá ser oferecido de forma presencial ou remota em delegacias e instituições públicas que acolham vítimas de violência.
O objetivo é que esse e outros meios que forneçam a compreensão e a interação plena, garantindo um atendimento acessível à pessoa surda ou com deficiência auditiva, sejam disponibilizados.
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A reportagem do Estado de Minas questionou a Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) sobre como as vítimas surdas ou com deficiência auditiva são atendidas hoje e se as instituições já disponibilizam intérpretes, e aguarda retorno.