Suspeita de atear fogo em jovem no trabalho é presa no Sul de Minas
Imagens de câmera de segurança mostram momento do ataque em Delfinópolis. Segundo a PM, a prisão ocorreu com apoio das polícias Civil e Federal
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A jovem de 18 anos flagrada em imagens registradas por uma câmera de segurança ateando fogo em uma atendente de uma mercearia no distrito de Olhos d’Água, na zona rural de Delfinópolis (MG), no Sul do estado, em 11 de abril, foi presa na tarde desta segunda-feira (20/4). A vítima, Íris Cândida, de 24 anos, morreu na manhã desse domingo (19/4) após ficar oito dias internada.
O mandado de prisão preventiva havia sido expedido no último dia 17 pelo juiz Armando Fernandes Filho, que atua na 1ª Vara Cível, Criminal e da Infância e da Juventude da Comarca de Cássia.
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Desde então, Marcela Alcântara Santos estava foragida e foi encontrada em uma chácara localizada na BR-464, em Delfinópolis. Segundo consta no boletim de ocorrência registrado pela Polícia Militar, a prisão de Marcela ocorreu com apoio da Polícia Civil e da Polícia Federal.
As imagens mostram o momento em que Marcela entra na mercearia, compra um frasco de álcool e fósforos e, ao passar no caixa onde a vítima estava trabalhando, joga o líquido sobre a jovem e ateia fogo.
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Com queimaduras graves em cerca de 40% do corpo, Íris recebeu os primeiros socorros e foi encaminhada para a Santa Casa de São Sebastião do Paraíso, na mesma região, onde permaneceu internada na ala de queimados desde o ataque. Após dias de tratamento, a jovem morreu. O caso causou comoção na região pela violência da ação e pelas circunstâncias em que ocorreu.
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De acordo com a Polícia Militar, familiares informaram que a vítima e a agressora não se conheciam. As investigações iniciais apontam que, pouco antes do ataque, a vítima teria conversado com o namorado de Marcela. A investigada estaria na cidade para trabalhar na colheita de bananas. O homem foi ouvido pela polícia e negou participação no crime. A Polícia Civil investiga o caso.