INVESTIGAÇÃO

Responsáveis por parque são presos depois de morte de cantora em brinquedo

Carolina Beatriz, de 21 anos, morreu depois de acidente em atração do Minas Center Park; defesa aponta suspeita de falhas estruturais e polícia investiga o caso

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Duas pessoas responsáveis pelo Minas Center Park, em Itabirito (MG), na Região Central de Minas, foram presas em flagrante após o acidente que matou a jovem Carolina Beatriz, de 21 anos, na noite desse sábado (11/4). O caso aconteceu em um brinquedo do parque itinerante instalado no município.

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Segundo a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), dois homens, de 24 e 45 anos, foram conduzidos após o acidente e, depois de serem ouvidos na 2ª Central Estadual do Plantão Digital, acabaram presos em flagrante pelos crimes de lesão corporal e homicídio culposo.

A corporação informou que a perícia oficial esteve no local para coletar vestígios e informações que vão subsidiar a investigação. O brinquedo envolvido no acidente foi interditado logo após a ocorrência.

Carolina estava no brinquedo acompanhada de familiares. Entre eles, o irmão, que também foi hospitalizado, mas já recebeu alta. Segundo relatos, estavam juntos no momento do acidente a jovem, uma prima, o irmão e a companheira dele. O corpo da jovem cantora foi velado na tarde deste domingo (12), no Cemitério Parque Esperança, em Itabirito.

A defesa da família da vítima questiona a situação de funcionamento do brinquedo e do parque, e aponta suspeitas sobre possíveis falhas estruturais e condições de segurança dos equipamentos. O advogado da família, Daniel Soares, afirmou que há indícios de precariedade na estrutura. “Alguns brinquedos estavam sendo escorados com pedaços de madeira”, disse.

A Prefeitura de Itabirito informou que o parque tinha alvará de funcionamento e que as liberações técnicas e de segurança são de responsabilidade do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais. O município afirmou ainda que acompanha o caso e adotará as medidas cabíveis após a conclusão das investigações.

Já o Corpo de Bombeiros informou que o local estava regular quanto à documentação de prevenção contra incêndio e pânico, conforme declarado pelo organizador. A corporação ressaltou que sua atuação se limita à segurança contra incêndio e pânico, não sendo responsável pelo funcionamento dos brinquedos ou por suas especificações técnicas. Segundo os Bombeiros, a vistoria e a liberação das atrações envolvem laudos de responsabilidade técnica privada e fiscalização do poder público municipal.

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A Polícia Civil aguarda a conclusão dos laudos periciais para esclarecer completamente as circunstâncias do acidente. As investigações seguem em andamento.

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