DOENÇAS RESPIRATÓRIAS

BH: saúde das crianças será monitorada até o inverno

Programa de prevenção amplia identificação precoce de casos de asma, gripes e outros, e busca reduzir internações e mortes na capital

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A Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) intensificou o monitoramento de crianças com doenças respiratórias, com foco na identificação precoce de casos e no acompanhamento contínuo antes do período de maior circulação de vírus – o inverno. A medida faz parte do reforço do programa Criança que Chia e tem como objetivo reduzir complicações, internações e óbitos na população infantil. 

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A estratégia prevê o rastreamento ativo de crianças com sintomas recorrentes, como chiado no peito e falta de ar, além do acompanhamento sistemático na rede de atenção primária. A iniciativa busca evitar o agravamento dos quadros, especialmente em um cenário de aumento sazonal das doenças respiratórias. 

De acordo com a prefeitura, o programa atua principalmente na detecção precoce de asma e de outras condições respiratórias crônicas na infância, permitindo intervenções antecipadas e maior controle clínico dos pacientes. A proposta também inclui orientação às famílias e fortalecimento do vínculo com as unidades básicas de saúde.

A ação ocorre em um contexto de pressão crescente sobre os serviços de saúde. Nos últimos anos, a capital já adotou medidas emergenciais, como abertura de leitos pediátricos e ampliação da assistência, diante do aumento de casos respiratórios, sobretudo entre crianças.

Alta de casos no país 

O reforço das ações na capital acompanha uma tendência nacional das doenças respiratórias. Dados recentes da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) indicam crescimento das hospitalizações por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em todo o país, impulsionado principalmente pelos vírus influenza A, rinovírus e vírus sincicial respiratório (VSR).

Segundo o boletim InfoGripe, todas as unidades da federação apresentam sinal de aumento de casos na tendência de longo prazo, o que coloca em evidência a necessidade de estratégias preventivas, especialmente entre grupos mais vulneráveis, como crianças pequenas.

Especialistas apontam que a sazonalidade dessas doenças, com maior incidência no outono e inverno, exige preparação antecipada das redes de saúde. Entre as principais medidas estão o monitoramento epidemiológico, ampliação da capacidade de atendimento e incentivo à vacinação contra a gripe.

Prevenção e acompanhamento contínuo

Em Belo Horizonte, o foco do programa Criança que Chia está na prevenção de agravamentos por meio do acompanhamento regular. A proposta é garantir que crianças com histórico de crises respiratórias recebam diagnóstico adequado e tratamento contínuo, reduzindo a necessidade de atendimentos de urgência.

Além disso, o monitoramento permite identificar fatores de risco e orientar intervenções mais rápidas, evitando a evolução para quadros intensos. A PBH destaca que a atuação integrada entre hospitais, unidades de pronto atendimento e centros de saúde é fundamental para assegurar o cuidado contínuo.

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*Estagiária sob supervisão da subeditora Regina Werneck

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