DESAPARECIDA

Família procura por criança autista de 4 anos desaparecida em MG

Menina não verbal sumiu depois de correr para área de mata em Jeceaba, na Região Central de Minas

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Alice Maciel, uma criança de 4 anos com transtorno do espectro autista (TEA) e não verbal, está desaparecida desde a tarde dessa quinta-feira (29/1), na comunidade de Bituri, zona rural de Jeceaba (MG), na Região Central do estado.

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Emocionada, a mãe da menina, Karine, de 24 anos, contou que saiu para trabalhar e deixou a filha sob os cuidados da avó em um sítio, devido ao período de férias escolares. Em um momento de distração, enquanto a avó realizava um Pix, a pedido do irmão de Karine, a criança teria fugido em direção a uma área de mata.

“Em cerca de 10 minutos, quando ela percebeu que Alice não estava mais por perto, me ligou. Na hora, acionamos a polícia”, relatou a mãe. Assim que soube do desaparecimento, Karine retornou às pressas para a região e segue acompanhando as buscas.

Segundo o Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais (CBMMG), o desaparecimento foi percebido por volta das 14h30. As buscas começaram com o apoio de moradores da comunidade, cerca de 97 voluntários, e, posteriormente, também foram acionadas equipes da Polícia Militar, Defesa Civil e Polícia Civil. Ao todo, 21 militares dos bombeiros atuam na operação, com cinco guarnições coordenando os trabalhos.

1º dia – 29/1

As equipes realizaram buscas noturnas com cães farejadores treinados para odor específico. Os animais indicaram uma possível trilha em uma área de mata que se estende até uma estrada próxima à residência da avó, local considerado o último ponto onde Alice teria sido vista.

Drones com câmeras térmicas também foram utilizados para varrer a região, mas sem sucesso até o momento. As buscas são realizadas em equipes mistas, formadas por bombeiros e voluntários, com apoio de grupos especializados como o Busca com Cães (PEBRESC), Busca Especializada (PBS) e Busca Especializada (PMAD).

2º dia – 30/1

Nesta sexta-feira (30/1), as equipes ampliaram o perímetro de busca, explorando novas áreas, reforçando o uso de cães farejadores e revisando regiões já vistoriadas. O planejamento das operações segue sendo compartilhado com a família no Posto de Comando instalado no local.

Complexidade das buscas

De acordo com os bombeiros, a operação enfrenta dificuldades devido à topografia da região, que inclui encostas íngremes, áreas escorregadias, pastagens e mata fechada. A chuva registrada em momentos intermitentes também prejudica a mobilização das equipes e a eficiência das imagens térmicas captadas por drones.

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As buscas continuam, e qualquer informação que possa ajudar a localizar Alice pode ser repassada às autoridades.

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