TRIÂNGULO MINEIRO

PCMG investiga morte de recém-nascido em residência de Uberaba

Médico do Samu relatou sobre possíveis sinais de que não se tratava de morte natural e, além disso, o crânio do bebê estava mais mole que o normal

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A Polícia Civil (PC) de Uberaba, no Triângulo Mineiro, investiga a morte de um recém-nascido do sexo masculino, ocorrida no último sábado (18/1), dentro de residência do bairro Gameleiras.


Médico do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) informou ao registro da Polícia Militar (PM) sobre possíveis sinais de que não se tratava de morte natural e que o crânio do bebê parecia mais mole do que o normal.


Ainda conforme o médico, ao chegar ao local notou que o recém-nascido estava cianótico (coloração azulada da pele) e midriático (dilatação da pupila). Então, ele conta que colocou o bebê em um desfibrilador e constatou que não havia batimentos cardíacos, nem atividade elétrica no coração.


Depois disso, o médico disse que realizou ressuscitação cardiopulmonar por 10 minutos, administrou medicações, ofertou oxigênio, mas sem sucesso. Então, ele constatou o óbito às 15h33.

O médico relatou também ao registro da PM que não identificou sinais de violência no recém-nascido e sim apenas escoriações no nariz, causadas em data pretérita.

Perito da PC de Uberaba foi acionado pelos militares orientou que o corpo fosse levado diretamente ao Instituto Médico Legal (IML) da cidade para a realização da autópsia e identificação da causa da morte.

Relatos dos pais

A mãe do recém-nascido declarou que amamentou o filho, o fez arrotar e o colocou para dormir no berço. Depois disso ela conta que foi ao salão de beleza e deixou o filho aos cuidados do pai.

No entanto, pouco tempo depois de ela chegar ao salão, o pai ligou dizendo que o filho não aparentava estar bem, que se mexia, mas parecia não respirar. Então, ela complementa que voltou à sua residência às pressas, sendo que o seu esposo já estava do lado de fora com o filho no colo.

Ela disse também que chegou com um motorista de aplicativo e ele se identificou como enfermeiro. Ele teria realizado massagem de ressuscitação cardiopulmonar e liberação das vias aéreas com sopro.

Então, equipe do Samu chegou ao local cerca de 15 minutos depois e assumiu as manobras de ressuscitação. Após cerca de 20 minutos, o médico da equipe informou que não havia mais nada a ser feito.

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Segundo relato do pai do recém-nascido, o seu filho não possuía doenças ou estava doente. Ele disse ainda que sua esposa havia colocado o filho para dormir, pouco antes das 14h, mas que cerca de 10 minutos depois, foi verificar o filho e notou que ele não estava normal, mas que ainda se movimentava. Então, ele falou que resolveu dar um banho no filho, trocou suas roupas e saiu de casa com ele no colo para pedir ajuda ao vizinho.

Instantes depois a sua esposa chegou com um motorista de aplicativo e que o motorista do veículo se identificou como enfermeiro. Então, o homem complementou que o motorista/enfermeiro iniciou as manobras de ressuscitação, sendo que, cerca de 15 minutos depois, equipe do Samu chegou ao local e assumiu o atendimento até constatar o óbito.

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