O In Memoriam, segmento do Oscar dedicado a artistas que morreram, teve início esse ano com homenagem de Billy Crystal ao cineasta Rob Reiner, que foi assassinado, junto da esposa, Michele Singer, no final de 2025. O filho deles, Nick, cometeu o crime, segundo a polícia. Em seu discurso, Crystal citou os filmes do diretor, como "Conta comigo" e "Harry e Sally", lembrando que ele se dedicou a diferentes gêneros cinematográficos.
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A fala de Crystal abriu a sessão de tributos que dedicou bastante tempo a nomes como Robert Redford e mencionou estrelas europeias como a atriz italiana Claudia Cardinale, mas deixou de fora a estrela francesa Brigitte Bardot, morta em dezembro de 2025.
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Bardot se afastou dos holofotes e se dedicou ao ativismo em prol dos animais. Ela marcou época como sex symbol e colaborou com cineastas como Jean-Luc Godard e Michel Deville.
Pouco depois do In Memoriam, usuários foram às redes sociais criticar a ausência de Bardot entre os homenageados.
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Um brasileiro afirmou que a estrela 'permaneceu cancelada mesmo após sua morte', referindo-se às críticas que a atriz recebeu em vida por declarações preconceituosas, de teor racista e com incitações à xenofobia, além e de apoio à extrema direita na França.
