PODCAST

Coco Bambu processa Gregorio Duvivier, João Vicente e Porta dos Fundos

Rede de restaurantes pede R$ 25 mil por danos morais e a retirada de conteúdo do ar após declarações feitas em podcast

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A rede de restaurantes Coco Bambu ingressou com uma ação judicial contra os humoristas Gregorio Duvivier e João Vicente de Castro, além da produtora Porta dos Fundos, por declarações feitas no podcast “Não Importa”, exibido no canal oficial do grupo em dezembro de 2025.

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O processo tramita na 11ª Vara Cível da Comarca da Capital do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro. De acordo com os autos, Duvivier teria insinuado, sem citar nominalmente a empresa, que o sócio fundador do Coco Bambu copiou o cardápio e a identidade visual do Camarões Restaurante, tradicional estabelecimento gastronômico de Natal (RN), além de ter aliciado funcionários da casa potiguar.

Durante o episódio, que abordava os estados brasileiros, os humoristas comentaram sobre o Rio Grande do Norte. “Tem uma rede [de restaurantes] muito boa que é o Camarões. Só tem lá, e eles se recusam a sair de Natal, porque já chamaram muitas vezes”, começou Duvivier.

“Inclusive, tem um restaurante que eu não posso falar o nome, porque senão vou ser processado, que roubou o Camarões. O empresário foi ao Camarões, achou aquilo genial, copiou todos os pratos, roubou vários garçons, um gerente, o prato, trocou o nome e implantou no Brasil inteiro e ficou bilionário com uma rede que não passa de uma cópia do Camarões”, completou.

João Vicente parabenizou o dono do restaurante potiguar e cutucou o outro empresário. “Um homem como esse que entende tanto e respeita tanto o fato de ele fazer o negócio dele ali e entende que se ele abrisse [em outros lugares] ia perder a qualidade, não ia mais ser o Camarões dele, ele olha para esse sujeito e pensa: ‘Coitado, a única coisa que ele conseguiu foi copiar o meu negócio'”, disse. 

Na ação, o Coco Bambu sustenta que as declarações atingem a honra e a reputação da marca. A empresa pede indenização por danos morais no valor de R$ 25 mil, além da remoção imediata do conteúdo das plataformas digitais.

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Até o momento, nenhum dos envolvidos se manifestou sobre o caso. 

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