FESTIVAL

Verão Arte Contemporânea oferece exposições, oficinas e mostras gratuitas

16ª edição do festival promovido pela Oficcina Multimédia começa neste sábado (17/1) e vai até o próximo dia 31/1, ocupando diversos espaços em Belo Horizonte

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Após dois anos de hiato, o Verão Arte Contemporânea (VAC) retorna a Belo Horizonte com sua 16ª edição. Deste sábado (17/1) até o próximo dia 31, o festival ocupa seis espaços culturais da capital com uma programação de teatro, dança, artes visuais, cinema e literatura.

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Ao todo, serão promovidas quatro oficinas, três mostras de cinema, uma feira e duas exposições, que se dividem entre Funarte, Teatro Marília, Cine Humberto Mauro, CRDança, Cine Santa Tereza e Instituto Pedro Moraleida.


Criado com o objetivo de apresentar ao público o que há de mais relevante e inovador na produção artística mineira, o VAC passou por uma reformulação após a pandemia da COVID-19. O evento deixou de ser anual e passou a ter edições bienais.


“Neste ano, o foco será nas oficinas, com pessoas que não têm apenas renome, mas um conhecimento profundo, capazes de trazer uma contribuição importante para os artistas”, afirma Ione de Medeiros, criadora da Oficcina Multimédia e idealizadora do VAC, em que assina a direção artística.


A abertura desta edição ocorre a partir das 11h de amanhã, na Funarte, com a feira “Textura - Inteligência artesanal”. Walli Gontijo, editor, artista visual e idealizador da feira, afirma que a proposta é valorizar produções que fogem do circuito comercial tradicional. “Não são livros que você encontra em qualquer livraria”, diz.


Produções independentes

O tema “Inteligência artesanal” propõe uma reflexão sobre os processos de criação em um momento em que a inteligência artificial está cada vez mais presente. “Esse tema traz a possibilidade do corpo, das mãos, do fazer, da artesania dos ofícios, para contrapor essa abstração virtual que a gente vive hoje”, afirma Walli. O público que for ao evento poderá conferir zines, livros, gravuras e outras produções gráficas independentes.


A programação de amanhã inclui bate-papos com os artistas Ajitenà Marco Scarassatti, Ricardo Aleixo e o próprio Walli Gontijo. No domingo (19/1), às 11h30, será realizada uma oficina de escrita que propõe a leitura de trechos de autoras como Annie Ernaux e Marília Garcia, seguida da criação de textos. As inscrições devem ser feitas no dia, a partir das 11h, na mesa da Banca Estratégica.


Ione de Medeiros conta que a proposta do VAC sempre foi incentivar a produção artística continuada em Minas Gerais e oferecer um panorama da arte contemporânea ao público. Esta é a terceira edição consecutiva em que o evento reforça a formação como eixo central da programação.


“É uma contribuição que vai para a cidade, porque cada oficina dessas contará um número significativo de pessoas que vão proliferar os conhecimentos”, diz Ione. Entre os destaques das oficinas, o diretor teatral Marcio Abreu ministra atividades de composição e criação cênica, deste sábado até segunda (19/1), na Funarte MG. Na segunda, ele dará uma aula aberta, às 17h.


Já o coreógrafo Volmir Cordeiro conduz a oficina “Compartilhando práticas abertas”, entre 26/1 e 28/1, no Teatro Marília, e participa de um bate-papo aberto ao público no dia 27/1.


Na música, o MC Monge comanda a oficina “A palavra, a poesia e o ritmo”, da próxima segunda (19/1) a quarta (21/1), com aula aberta no último dia, às 20h30. Na literatura, a artista Marta Neves orienta a oficina “Se pa lavra”, de 26/1 a 28/1, na Funarte MG.


O VAC também ocupa o Cine Humberto Mauro e o Cine Santa Tereza com uma retrospectiva dedicada ao cineasta mineiro Marcos Pimentel, que reúne 22 obras, entre curtas, longas-metragens e documentários.


A programação inclui a sessão do curta “O maior espetáculo da Terra”, no dia 24/1 (sábado), às 20h, no Cine Humberto Mauro, seguida de um bate-papo com o diretor, mediado pelo cineasta Sávio Leite. Já no sábado seguinte (31/1), às 19h, no Cine Santa Tereza, será exibido “O silêncio das ostras”, filme mais recente do cineasta.


Como programação associada, o festival apresenta a exposição “Arte, cultura, natureza: clima e crise”, em parceria com o Instituto Pedro Moraleida. A mostra reúne obras de sete artistas visuais mineiros de diferentes gerações que abordam os impactos da devastação ambiental e permanecerá aberta à visitação no Viaduto das Artes até 31 de março.


O encerramento do VAC ocorre com a abertura da exposição “(Re)conheça”, que promove o encontro entre a produção do diretor de arte, fotógrafo e pesquisador Alonso Pafyeze e a obra de Goma, referência nacional do pixo e do graffiti. A exposição será inaugurada em 31 de janeiro e segue em cartaz até 22 de fevereiro, na Funarte MG.

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VERÃO ARTE CONTEMPORÂNEA
16ª edição do evento, deste sábado (17/1) a 31/1, em seis espaços culturais de Belo Horizonte, com oficinas, mostras de cinema, feira gráfica e exposições. A exposição “Arte, cultura, natureza: clima e crise” permanece em cartaz até 31 de março. Programação completa disponível no site do festival.

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