Anna Marina
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ANNA MARINA

Os perigos ocultos da Alexa e de brinquedos com IA

Reportagem relata fato assustador ocorrido com uma família americana, que acende um alerta para quem tem o aparelho em casa

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Que os celulares nos escutam o tempo todo, nós sabemos. Que provavelmente filmam a gente sem sabermos pelas câmeras, existe desconfiança. Mas estamos com um aparelho com câmera ao nosso lado. O que ninguém poderia imaginar, e que não é divulgado, é que a Alexa tem uma câmera oculta.

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Matéria publicada no New York Post relata fato assustador ocorrido com uma família americana, que acende um alerta para quem tem o aparelho em casa. A primeira denuncia saiu no The Daily News e depois foi repercutida no New York Post. Vejam que perigo.


Christy Hosterman, de 32 anos, disse que no mês passado, enquanto usava a Alexa para encontrar uma receita para o jantar, sua filha Stella, de 4 anos, entrou na cozinha e, de repente, pediu à Alexa para contar uma história infantil. Quando a Alexa terminou de contar uma história, a criança quis contar uma história para a 'máquina inteligente'.


Inicialmente, a Alexa concordou em ouvir, mas depois interrompeu abruptamente Stella e perguntou à criança “o que você está usando?”, quando Stella respondeu: "Estou usando uma saia", o dispositivo respondeu: "Deixe-me dar uma olhada".


A mãe protetora, e muito assustada, confrontou a IA rebelde. A atendente rapidamente se retratou do comentário, acrescentando: "Essa experiência ainda não está totalmente pronta para crianças, mas estou trabalhando nisso!". Alexa pediu desculpas, explicando que "na verdade não consegue ver nada" porque lhe faltam "capacidades visuais", e admitiu que a resposta foi "confusa e inadequada".

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A explicação não acalmou os nervos de Hosterman, que afirma que não acredita na fala de que a Alexa não tem recursos visuais. Determinou que não terá mais Alexa em sua casa e agora está alertando outros pais para que "fiquem atentos quando seus filhos conversarem com a Alexa".


A conversa foi registrada por capturas de tela compartilhadas pela mãe, segundo o jornal americano, e mostram a interação bizarra se intensificando ainda mais.

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A família, horrorizada, relatou o incidente à Amazon, que atribuiu a perturbadora troca de mensagens a uma falha técnica. E a empresa insistiu que as medidas de segurança integradas impediram a ativação da função porque um perfil infantil estava em uso. “Como temos mecanismos de segurança que desativam esse recurso quando um perfil infantil está em uso, a câmera nunca ligou – e a Alexa explicou que o recurso não estava disponível”, disse o porta-voz.


A fala da Amazon reforça que existe, sim, uma câmera na Alexa que não é de conhecimento dos consumidores. A Amazon acrescentou que a resposta parece ter sido uma "falha de funcionamento de uma funcionalidade que nossas medidas de segurança impediram de ser lançada", observando ao The Daily Mail que seus engenheiros corrigiram o problema rapidamente.

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Christy Hosterman afirma que a explicação não aborda completamente suas preocupações. “Minha preocupação é que o sistema tenha reconhecido que ela era uma criança desde o início e, com ou sem o perfil infantil, não deveria ter feito essa pergunta”, disse ela à WXIX.


A Amazon insiste que foi uma falha técnica, e não um funcionário voyeurista, mas Hosterman não acredita nessa versão. "É funcionalmente impossível para os funcionários da Amazon se inserirem em uma conversa e gerarem respostas como se fossem a Alexa", disse a empresa ao The Daily Mail.

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Conforme noticiado anteriormente pelo The Post, em novembro passado, especialistas já alertavam os pais sobre brinquedos com inteligência artificial que poderiam ter conversas "sexualmente explícitas" com crianças menores de 12 anos. pesquisadores pediram ao ursinho de pelúcia Kumma, da FoloToy, para definir "fetiche", ele "entrou em detalhes sobre o assunto e até fez uma pergunta sobre as preferências sexuais do usuário, enumerando diferentes estilos de fetiche".

As opiniões expressas neste texto são de responsabilidade exclusiva do(a) autor(a) e não refletem, necessariamente, o posicionamento e a visão do Estado de Minas sobre o tema.

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