6 itens que não podem faltar na farmacinha de viagem
Entenda quais produtos são essenciais para lidar com pequenos imprevistos e quando é preciso procurar atendimento médico
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Seja para uma viagem curta ou um período mais longo de férias, montar uma farmacinha básica pode ajudar a lidar com situações inesperadas e evitar transtornos longe de casa. No entanto, especialistas alertam que a seleção dos itens deve ser feita de forma consciente, priorizando produtos de primeiros socorros e medicamentos de uso habitual prescritos por profissionais de saúde.
Segundo José Andys Oliveira Rodrigues, coordenador do curso de Enfermagem da Faculdade Anhanguera, ter alguns itens à disposição pode trazer mais segurança durante o passeio, mas não substitui a avaliação médica em casos mais graves.
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“Pequenos acidentes, dores ou reações alérgicas podem acontecer em qualquer lugar. Uma farmacinha organizada ajuda a oferecer os primeiros cuidados e evita que a pessoa precise procurar uma farmácia às pressas em locais desconhecidos”, explica.
Confira seis itens que não podem faltar na bagagem:
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- Medicamentos de uso contínuo: quem faz tratamento para pressão alta, diabetes, colesterol ou qualquer outra condição deve levar a quantidade necessária para todo o período da viagem, além de uma margem de segurança em caso de imprevistos.
- Analgésicos e antitérmicos: medicamentos indicados pelo médico para aliviar dores e controlar a febre podem ser úteis em situações comuns, como dores de cabeça, mal-estar e sintomas gripais.
- Curativos e materiais para pequenos ferimentos: bandagens adesivas, gaze, esparadrapo e antissépticos ajudam no cuidado inicial de cortes, arranhões e bolhas provocadas por caminhadas ou pelo uso de calçados inadequados.
- Protetor solar e repelente: esses itens são importantes para prevenir queimaduras solares e reduzir o risco de doenças transmitidas por mosquitos, especialmente em regiões de clima quente ou com maior incidência de dengue.
- Medicamentos para alergias e desconfortos gastrointestinais: alterações na alimentação e contato com substâncias desconhecidas podem provocar reações alérgicas, náuseas ou episódios de diarreia. O ideal é incluir apenas medicamentos já orientados por um profissional de saúde.
- Álcool em gel e termômetro: manter a higiene das mãos e monitorar a temperatura corporal pode ajudar na prevenção e no acompanhamento de sintomas durante a viagem.
Atenção à automedicação
De acordo com o coordenador, a farmacinha de viagem deve ser personalizada conforme a idade, as condições de saúde e o destino do viajante. “É importante evitar a automedicação e lembrar que alguns sintomas exigem avaliação médica. A farmacinha é um recurso para situações simples, mas não substitui o acompanhamento de um profissional.”