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Estado de Minas

"Quero que as pessoas consigam rir"

Ator que dá vida ao jogador de futebol Neném, de "Quanto mais vida, melhor!", fala sobre o prazer de voltar a fazer comédia


26/12/2021 04:00

Vladimir Brichta (Neném) em 'Quanto mais vida, melhor!'
Ator quer conquistar o público como o carismático craque Neném (foto: João Miguel Júnior/GLOBO )

Vladimir Brichta está completamente à vontade na pele do jogador de futebol Neném em “Quanto mais vida, melhor!”, novela das 19h da Globo. Carismático como um craque da bola, ele sabe conquistar o público interpretando o filho da batalhadora Nedda (Elizabeth Savala). O personagem deseja aproveitar a segunda chance dada pela Morte (A Maia) para acertar a vida em um ano. Então, equilibra os problemas da numerosa família, a obsessão de Paula (Giovanna Antonelli) e o amor por Rose (Bárbara Colen).

"Estava com saudade de fazer comédia. Gostei muito do convite, não tinha como negar. Nesse momento, ganhou um valor a mais, pois é um serviço que a gente pode prestar para as pessoas. Tentei fazer Neném ser o cara mais leve e divertido possível. Respeitando a linguagem da trama, quero que as pessoas consigam rir. Antes, interpretei personagens mais densos, mas gosto de experimentar diferentes gêneros", afirma.

Além de ficar satisfeito por voltar à comédia, o ator ganhou a oportunidade de contracenar com a filha, Agnes Brichta, na novela. Na história, a jovem atriz interpreta a herdeira de Neném, Martina. "É a maior aventura trabalhar com filho. É especial, tocante, prazeroso e difícil, porque ali eu preciso encontrar uma colega de ofício. A Agnes tem 24 anos de idade, é uma profissional e, no cenário, não trato como filha. Quem olha de longe deve achar até que sou frio", comenta.

Neném deu a Vladimir, pelo menos na ficção, a alegria de realizar o sonho de ser jogador de futebol, que ele havia abandonado na infância. O ator acha interessante o personagem ter sido um craque do Flamengo, porque é um time muito querido. Apesar de torcer fervorosamente pelo Bahia, o intérprete não vê nenhum problema em fazer cena com o uniforme rubro-negro.

ÍDOLO 

"Novela, futebol e samba, de fato, são coisas que o brasileiro gosta e entende muito. Para fazer jogador de futebol, a gente tem de entrar na brincadeira, no lado lúdico. A minha relação com o esporte começou com o meu primeiro ídolo, que era o Luca (Mário Gomes), personagem de 'Vereda tropical' (Globo, 1984 a 1985), que queria ser do Corinthians. Eu jogava na rua nessa época e, quando o tempo passou, descobri que não tinha talento", revela. (Estadão Conteúdo)


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