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Estado de Minas TERRORISMO EM BRASÍLIA

Ex-secretário de Direitos Humanos de Divinópolis participa de ato golpista

Candidato derrotado a prefeito da cidade mineira, Luís Gonzaga Militão gravou vídeo ao subir a rampa do Congresso Nacional


09/01/2023 16:34 - atualizado 09/01/2023 18:18

Militão gravou vídeo ao subir a rampa do Congresso Nacional: 'Viva a liberdade'
Militão gravou vídeo ao subir a rampa do Congresso Nacional: "Viva a liberdade" (foto: Reprodução Redes Sociais)
Ex-secretário antidrogas e de Direitos Humanos de Divinópolis, no Centro-Oeste de Minas, Luís Gonzaga Militão estava entre os manifestantes que invadiram as sedes dos três poderes em Brasília, neste domingo (8/1). 

O vídeo foi compartilhado por ele ao subir a rampa do Congresso Nacional. “O Brasil sobe a rampa do Congresso. O povo brasileiro assume o primeiro item da nossa Constituição, o poder emana do povo. Viva a liberdade, viva os brasileiros. Venceremos”, afirmou na gravação que circula nas redes sociais.

Militão ocupou a secretaria da Prefeitura de Divinópolis entre 2013 e 2014. Ele também passou por outras funções durante a gestão do então prefeito Vladimir Azevedo (PSDB). 

Filiado ao PSDB, o presidente do diretório local, o vereador Eduardo Print Jr disse que analisa uma possível expulsão do tucano. O pedido foi feito pela ex-presidente da sigla Eliana Piola.

“Estou aguardando a autorização da Executiva Estadual, porque o Militão tem uma história com o PSDB, para saber se haverá alguma recomendação no sentido de “não vamos aceitar atos como este” ou se deveremos seguir o estatuto”, disse Print Jr.

Enquanto não tem a posição oficial da legenda a nível estadual, o presidente do diretório municipal irá convocar ainda hoje, para daqui 48 horas, uma reunião para discutir a expulsão com os demais membros. 


Candidato a prefeito


O manifestante bolsonarista também disputou o cargo de prefeito nas eleições de 2016 terminando em terceira posição com 9.341 votos.

Ainda não há confirmação se o ex-secretário está na lista das 300 pessoas levadas ao Departamento de Polícia Especializada (DPE), e 204 presas por envolvimento nos ataques de ontem.

A reportagem do jornal Estado de Minas tentou contato com Militão por telefone, mas as ligações foram direcionadas para a caixa de mensagem. A esposa dele disse que não se posicionará no momento sobre o assunto.


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