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Datafolha: vantagem maior de Lula para Bolsonaro é entre os mais pobres

Os pesquisadores ouviram 2.556 eleitores de 181 cidades, entre os dias 22 e 23 de junho, tendo margem de erro de dois pontos percentuais para cima ou para baixo


23/06/2022 20:43 - atualizado 23/06/2022 20:50

Luiz Inácio Lula da Silva com bandeira do Brasil ao fundo
Ex-presidente Lula tem a preferência dos eleitores que recebem até dois salários mínimos (foto: Ricardo Stuckert)
A pesquisa Datafolha, divulgada nesta quinta-feira (23/6), aponta que, entre as pessoas que ganham até dois salários mínimos, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem 56% das intenções de voto, enquanto o atual presidente, Jair Bolsonaro (PL), aparece com 22%.


Os pesquisadores ouviram 2.556 eleitores de 181 cidades, entre os dias 22 e 23 de junho, tendo margem de erro de dois pontos percentuais para cima ou para baixo.

 

A pesquisa foi contratada pelo jornal "Folha de S. Paulo" e Registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número 09088/2022.

 

Os dados apresentados pela pesquisa evidenciam que o projeto Auxílio Brasil, criado pelo atual governo em agosto de 2021, não teve repercussão entre os eleitores desse grupo.


A menos de quatro meses da realização das eleições presidenciais, o governo deve tentar elevar os R$ 400 atualmente dados para R$ 600, limitado até o início ano que vem.

 

Na próxima segunda-feira (27/6), o tema deve ser tratado no Congresso.

O Congresso também deve debater, no mesmo dia, a criação de um vale de R$ 1 mil para os caminhoneiros autônomos, com o objetivo de compensar a alta dos combustíveis.

Essas são medidas do atual governo para tentar reverter o cenário que os institutos de pesquisas indicam para Bolsonaro.

 

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem 47% das intenções de votos na disputa pela Presidência da República. O presidente Jair Bolsonaro vem em seguida, com 28%, segundo os dados da pesquisa.

Legislação

A legislação veda a distribuição de bens, valores ou benefícios por parte dos governos em anos eleitorais, evitando a criação e ampliação de programas sociais, para que não sejam usados de forma eleitoreira.

 

A exceção se dá em casos de calamidade ou emergência, e é assim que o Estado vai buscar driblar a legislação eleitoral.

O argumento que deve ser aprovado na Proposta de Emenda Constitucional (PEC), que já está sendo debatida no Senado, é de que o "estado de emergência" é fruto dos impactos internacionais nos preços dos combustíveis.

 

O "Beabá da Política"

série Beabá da Política reuniu as principais dúvidas sobre eleições em 22 vídeos e reportagens que respondem essas perguntas de forma direta e fácil de entender. Uma demanda cada vez maior, principalmente entre o eleitorado brasileiro mais jovem. As reportagens estão disponíveis no site do Estado de Minas e no Portal Uai e os vídeos em nossos perfis no TikTokInstagramKwai YouTube.
 


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