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Guedes sobre Bolsonaro: 'Eu acho que o presidente me apoia'

Ministro da Economia, Paulo Guedes, negou os boatos de que teria pedido demissão do cargo


22/10/2021 16:39 - atualizado 22/10/2021 17:40

Guedes e Bolsonaro
Paulo Guedes e Jair Bolsonaro (foto: Clauber Cleber Caetano/PR )
O ministro da Economia, Paulo Guedes, negou, nesta sexta-feira (22/10), os rumores de que teria pedido demissão. O ministro vem sofrendo pressão da base governista para aprovar projetos mais populares, em vista das eleições de 2022.
Para afastar os boatos, Guedes e Bolsonaro concederam uma coletiva de imprensa juntos. Lado a lado, os dois comentaram a greve dos tanqueiros, o novo Auxílio Brasil, a pandemia de COVID-19 e o "furo" no teto de gastos.
 
“Em nenhum momento, eu pedi demissão. Nem o presidente [Jair Bolsonaro] me pediu isso“, destacou. “Eu acho que o presidente me apoia”, confirmou.

Durante sua fala, o ministro prometeu que o país voltará a crescer mais no ano que vem. “O Brasil é um país bem visto lá fora. As pessoas veem o que a gente está fazendo aqui. O Brasil vai crescer bem mais no ano que vem”, afirmou.
 

Segundo o ministro da Economia,  furar o teto de gastos “não altera os fundamentos fiscais da economia brasileira". Para Guedes, o teto é um símbolo. “O teto é um símbolo do compromisso com as próximas gerações, não vamos deixar milhões de pessoas passarem fome para tirar 10 em gestão fisca”, disse.
 

Boatos de demissão 

Mais cedo, o jornalista Vicente Nunes, do Blog do Vicente, do Correio Braziliense, revelou que o ministro da Economia, Paulo Guedes, pediu demissão do cargo ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

O pedido terido sido feito na quinta-feira (21/10), durante uma "pesada discussão" entre o ministro e o presidente. "Guedes falou muitos tons acima do normal e disse que não aceitaria as manobras feitas pelo governo,  à sua revelia, para furar o teto de gastos a fim de bancar o Auxílio Brasil  de R$ 400."
 
Ainda segundo o texto, "o pedido de demissão de Guedes foi confirmado por quatro interlocutores ouvidos pelo Blog. Foi feito logo depois de o ministro ser comunicado por quatro auxiliares de que não ficariam no governo diante da farra fiscal para tentar reeleger Bolsonaro".
 

 


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