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Estado de Minas CRISE NA ECONOMIA

Guedes erra nome de novo secretário e cita o banqueiro André Esteves

Ministro anunciou que o seu assessor Esteves Colagno assumirá a secretaria do Tesouro e Orçamento do ministério


22/10/2021 16:15 - atualizado 22/10/2021 16:54

GUEDES E ESTEVES
Guedes se confunde e erra nome novo secretário e cita o banqueiro André Esteves (foto: EDU ANDRADE/ASCOM REPRODUÇÃO)
O ministro da Economia, Paulo Guedes, se confundiu nesta sexta-feira (22/10) ao dizer o nome de seu novo secretário e acabou citando o banqueiro André Esteves, do BTG Pactual.
Durante coletiva de imprensa, o ministro anunciou que o seu assessor Esteves Colagno assumirá a secretaria do Tesouro e Orçamento do ministério. Nesse momento, afirmou que o “André Esteves” assumiria a função. 
 
  
Guedes justificou o erro dizendo que que integrantes da ala política do governo procuraram André Esteves em busca de nomes para o substituir. Entre esses nomes, disse Guedes, estava Mansueto Almeida, ex-secretário do Tesouro Nacional.

Durante a coletiva, Bolsonaro e Guedes  comentaram a greve dos tanqueiros, o novo Auxílio Brasil, a pandemia de COVID-19 e o "furo" no teto de gastos.
 

Para Guedes, o furo foi inevitável diante da situação do país. “O teto é um símbolo do compromisso com as próximas gerações, não vamos deixar milhões de pessoas passarem fome para tirar 10 em gestão fiscal”, disse.

Segundo o ministro da Economia,  furar o teto de gastos "não altera os fundamentos fiscais da economia brasileira".

Durante sua fala, o ministro prometeu que o país voltará a crescer ano que vem. “O Brasil é um país bem visto lá fora. As pessoas vêem o que a gente está fazendo aqui. O Brasil vai crescer bem mais no ano que vem”, afirmou.
 

Boatos de demissão 

Mais cedo, o jornalista Vicente Nunes, do  Blog do Vicente, no  "Correio Braziliense", publicou um texto revelando que o 'ministro da Economia, Paulo Guedes, pediu demissão do cargo ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

O pedido foi feito na quinta-feira (21/10) durante uma pesada discussão entre o ministro e o presidente. Guedes falou muitos tons acima do normal e disse que não aceitaria as manobras feitas pelo governo,  à sua revelia, para furar o teto de gastos a fim de bancar o Auxílio Brasil de R$ 400.'
 
Ainda segundo o texto, 'o pedido de demissão de Guedes foi confirmado por quatro interlocutores ouvidos pelo Blog. Foi feito logo depois de o ministro ser comunicado por quatro auxiliares de que não ficariam no governo diante da farra fiscal para tentar reeleger Bolsonaro.'
 

 


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