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Estado de Minas LULA

Onyx sobre decisão do STF: 'Povo de bem estará ao lado do capitão'

Ministro da Secretaria Geral da Presidência da República criticou anulação da condenação de Luiz Inácio Lula da Silva na Lava-Jato


15/04/2021 22:39 - atualizado 15/04/2021 22:50

Onyx publicou que Lula terá 'sua pior derrota eleitoral' no pleito de 2022(foto: Antonio Cruz/Agência Brasil)
Onyx publicou que Lula terá 'sua pior derrota eleitoral' no pleito de 2022 (foto: Antonio Cruz/Agência Brasil)
O ministro da Secretaria Geral da Presidência da República, Onyx Lorenzoni (DEM), utilizou as redes sociais nesta quinta-feira (15/04) para criticar a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de anular sentenças contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na Lava-Jato. Onyx afirmou que “o povo de bem estará ao lado do capitão” nas eleições de 2022, se referindo ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

Onyx publicou que Lula terá “sua pior derrota eleitoral” e que, no pleito de 2022, em que Lula e Bolsonaro devem sair candidatos, o “povo patriota e de bem” deve ficar ao lado do atual chefe do Planalto.

“Não importam as chicanas, nem tirar os crimes de lavagem de dinheiro da única vara que é especializada no combate à lavagem de dinheiro ...ele terá sua pior derrota eleitoral. O povo de bem e patriota estará ao lado do Capitão”, publicou o ministro.

Votação


A maioria do STF votou a favor da decisão monocrática do ministro Edson Fachin que anulou as condenações emitidas pelo ex-juiz Sergio Moro ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no âmbito da Operação Lava-Jato, em Curitiba.

A maioria se formou após o voto do ministro Dias Toffolli. O presidente da Casa Luiz Fux resolveu adiar o restante dos votos para a próxima quinta-feira (22/4), o que fez os minitros Gilmar Mendes, Ricardo Lewandowski  e Cármen Lúcia adiantarem seus votos.

O placar ficou em 8x3. Primeiro a votar, o relator do caso, Edson Fachin, manteve a decisão de anular as condenações, e foi seguido por Alexandre de Moraes, Rosa Weber, Dias Tóffoli, Gilmar Mendes, Ricardo Lewandowski, Cármen Lúcia e Luiz Roberto Barroso. Kassio Nunes Marques, Marco Aurélio Mello e Luiz Fux votaram a favor do recurso da PGR.


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