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Estado de Minas CRÍTICAS

Mais de 250 procuradores assinam petição para demitir diretor-geral do MPF

Eitel Santiago fez críticas a forças-tarefas como a da Lava-Jato e disse que eleição de Jair Bolsonaro é obra divina


postado em 09/07/2020 18:50

Ele é apontado por colegas como um funcionário pouco produtivo e que envolve aspectos políticos e eleitorais em suas rotinas de trabalho(foto: Minervino Junior/CB/D.A Press)
Ele é apontado por colegas como um funcionário pouco produtivo e que envolve aspectos políticos e eleitorais em suas rotinas de trabalho (foto: Minervino Junior/CB/D.A Press)
Uma petição que solicita ao procurador-geral da República, Augusto Aras, que reconsidere a permanência no cargo do secretário-geral do Ministério Público Federal (MPF), Eitel Santiago, já supera 250 assinaturas. O manifesto, que ainda está colhendo os apoios, ocorre após seis integrantes do Conselho Superior do MPF enviar um memorando com críticas ao secretário.
Ele é apontado por colegas como um funcionário pouco produtivo e que envolve aspectos políticos e eleitorais em suas rotinas de trabalho. Em entrevista à CNN Brasil, Eitel afirmou que os opositores deveriam "entender que a eleição do presidente Jair Bolsonaro é um fato divino". 

Além disso, de acordo com o procuradores,"as forças-tarefas do MPF funcionam, por vezes, de forma ilegal”, e que “prisões foram usadas pela Lava Jato para forçar colaborações premiadas" e “como instrumento de tortura” de investigados”. Eitel está afastado em razão de licença médica por ter contraído covid-19. Ele necessitou de internação e só deve retornar ao trabalho após 31 de julho.

Os trabalhos estão sendo conduzido pela secretária-geral adjunta do MPF, de acordo com informações obtidas pelo Correio. 


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