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Estado de Minas PANDEMIA

Itamaraty reage à decisão de Trump sobre entrada de passageiros nos EUA

De acordo com o ministério, a medida dos Estados Unidos foi tomada com base em critérios técnicos


postado em 24/05/2020 23:30 / atualizado em 25/05/2020 00:13

(foto: Arthur Menescal/CB/D.A Press)
(foto: Arthur Menescal/CB/D.A Press)
O Ministério das Relações Exteriores divulgou nota a respeito da decisão dos Estados Unidos de barrarem a entrada de passageiros que estiveram no Brasil até 14 dias antes de tentarem entrar no país norte-americano. A medida, adotada neste domingo (24/05), tem o objetivo, segundo a Casa Branca, de proteger a população americana do novo coronavírus.

O Itamaraty, no comunicado, afirma que "Brasil e Estados Unidos têm mantido importante cooperação bilateral no combate à covid-19". A pasta também reforça a informação divulgada pelo chanceler Ernesto Araúdo de que os EUA farão doações para ajudar o Brasil a enfrentar a pandemia.

"A decisão do governo dos EUA baseou-se em critérios técnicos, que levam em conta uma combinação de fatores tais como os casos totais, tendências de crescimento, volume de viagens, entre outros", diz o comunicado do Itamaraty. "A restrição americana tem o mesmo propósito de medida análoga já adotada pelo Brasil em relação a cidadãos de todas as origens, inclusive norte-americanos, e de medidas semelhantes tomadas por ampla gama de países", acrescenta o ministério.

"Brasil e Estados Unidos têm mantido importante cooperação bilateral no combate à COVID-19. Já foram foram anunciadas doações norte-americanas de cerca de US$ 6,5 milhões para os esforços brasileiros de mitigação dos impactos à saúde e socioeconômicos da novo coronavírus. No dia de hoje, 24 de maio, representantes da Casa Branca anunciaram, ademais, doação de 1000 respiradores ao Brasil", diz ainda a nota.

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