
Bolsonaro disse que sua posição era para que fosse divulgado trechos ligados ao inquérito. Ele afirmou que conhece os ministros e teve a liberdade de falar o que sente na reunião gravada.
Bolsonaro reafirmou que defendeu o armamento da população e que povo desarmado pode ser dobrado e não dar "grito de guerra". O presidente criticou o ex-ministro da Justiça e da Segurança Pública Sérgio Moro por não ter se exposto sobre a questão do armamento. "Lamentavelmente, o sr. Sérgio Moro não se expôs (sobre armas), não entrava em campo", disse.
