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Estado de Minas

Advogado pede na Justiça interdição de Bolsonaro por 'insanidade mental'

Antônio Carlos Fernandes cita uma série de situações que comprovariam a 'insanidade' do presidente e pede ao juiz 'pelo bem comum da nação brasileira' que o interdite


postado em 06/09/2019 17:32 / atualizado em 06/09/2019 17:40

(foto: Marcelo Camargo/Agência Brasi)
(foto: Marcelo Camargo/Agência Brasi)

Um advogado do Ceará pediu, nesta sexta-feira, a interdição do presidente Jair Bolsonaro (PSL). A Ação Popular com o pedido foi protocolada na 21ª Vara Federal no Distrito Federal. Entre os argumentos usados por Antônio Carlos Fernandes, de 69 anos, está o que ele considera como descompasso entre a postura do presidente e suas atitudes.

 “(O presidente) demonstra a cada dia, de forma notória, não possuir o necessário discernimento e equilíbrio mental para os atos da vida política imposta pelo alto cargo que ocupa”. A informação foi divulgada pelo portal O Povo.


O advogado ainda afirma na ação, que Bolsonaro, desde que assumiu o comando do país, tem rotina de tomar atitudes que afetam a organização da sociedade e extrapolam a lei. “Todos os dias praticamente, desde o início do governo em 1º/1/2019, ele assusta a nação e afronta a Constituição que jurou cumprir com declarações que transitam da escatologia à sandice e passando pela irresponsabilidade”.


O advogado cita uma série de situações que comprovariam a “insanidade” de Bolsonaro e pede ao juiz “pelo bem comum da nação brasileira” interdite Jair Bolsonaro.


O mesmo advogado foi o responsável por outra ação popular. Na ocasião o alvo foi o decreto do ex-presidente Michel Temer (MDB) que extinguia a Reserva Nacional do Cobre e Associados (Renca), na Amazônia. Na ocasião o pedido foi deferido e a medida suspensa.



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