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Estado de Minas

Escola de Saúde Pública e Ipsemg pautam negociação da reforma administrativa de Zema

O relator do texto, deputado estadual João Magalhães (MDB), garantiu que estruturas não serão vinculadas à Secretaria de Estado de Saúde


postado em 23/04/2019 17:48

Escola de Saúde Pública funciona há mais de 70 anos. Comunidade acadêmica teme que instituição perca independência(foto: Arquivo ESP-MG)
Escola de Saúde Pública funciona há mais de 70 anos. Comunidade acadêmica teme que instituição perca independência (foto: Arquivo ESP-MG)

A estrutura da Escola de Saúde Pública de Minas (ESP/MG) e do Instituto de Previdência dos Servidores do Estado de Minas Gerais (Ipsemg) vão permanecer como estão e não serão incorporadas à Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG).

A garantia é do relator da reforma administrativa do governador Romeu Zema, o deputado estadual João Magalhães (MDB), que foi designado ontem pelo plenário da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) à posição.

Segundo Magalhães, a ESP-MG e o Ipsemg vão “permanecer como estão”. O governo Zema apresentou a proposta de incorporar as instituições à SES, medida que enfrenta resistência de servidores, alunos e comunidade.

O receio é em relação à perda de autonomia e o fechamento das entidades. A manutenção da ESP-MG e do Ipsemg está sendo um dos pontos principais na negociação da reforma administrativa de Zema.

“Colocamos como ponto central a não extinção da Escola de Saúde Pública e também a manutenção do Ipsemg junto à Secretaria de Planejamento. São elementos que poderiam fazer avançar as negociações em torno do conjunto da proposta da reforma”, afirma o líder do bloco de oposição, o deputado estadual André Quintão (PT), que reforçou que a oposição não abre mão que a ESP continue funcionando.


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