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Estado de Minas

Zema deixa de participar de mais um debate

A ausência do candidato do Novo transformou o embate entre os dois candidatos ao governo de Minas em uma entrevista com Antonio Anastasia


postado em 24/10/2018 11:39 / atualizado em 24/10/2018 13:00

o senador e candidato ao governo de Minas, Antonio Anastasia, durante entrevista à rádio CBN(foto: Lucas Negrisoli/EM/D.A Press)
o senador e candidato ao governo de Minas, Antonio Anastasia, durante entrevista à rádio CBN (foto: Lucas Negrisoli/EM/D.A Press)

 Pelo terceiro dia seguido, o candidato Romeu Zema (Novo) não foi a debates no segundo turno. Nesta quarta-feira (24) a Rádio CBN promoveria  um debate que acabou se transformando em entrevista com o senador  Antonio Anastasia (PSDB). Em coletiva antes de falar à rádio, o tucano lamentou a ausência de seu concorrente e afirmou que a série de faltas de Zema configura uma "falta de respeito" com o eleitorado em Minas.

"Ele reclamou muito durante o primeiro turno", criticou Anastasia.  Questionado se, por causa das mídias sociais, os debates têm perdido força no contexto eleitoral, o ex-governador disse que "espera que não"  e afirmou que é um momento "fundamental" para o pleito.

Anastasia também afirmou que sua proposta de fusão de secretarias no  estado e  enxugamento da máquina pública não causa "temor" no servidor, criticou Romeu Zema e ressaltou que não vai privatizar áreas que considera "essenciais". "Proponho uma redução para fazer economia sem perda de qualidade do serviço público. O outro candidato defende privatização saúde, segurança e educação. Eu discordo", afirmou.

 

Durante a entrevista, o tucano afirmou que não vai aumentar impostos e que vai manter a remuneração dos servidores, “garantindo o pagamento no 5º dia útil”. De acordo com ele, o mais importante nesta próxima gestão é restabelecer a estabilidade financeira do estado. 

 

Ele também criticou o plano de governo de Romeu Zema e voltou a afirmar que sua candidatura une “vocação política e conhecimento técnico”. "Minha proposta é melhor porque é mais realista. É baseada na experiência", disse. 

 

 

 

* Sob a  supervisão do editor Renato Scapolatempore

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