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Estado de Minas

Eleições vão mobilizar cerca de 280 mil homens das forças de segurança

O ministro da Segurança, Raul Jungmann, afirmou que apesar da forte polarização que reina no país, as agências de inteligência não detectaram indícios de possíveis episódios de violência entre grupos políticos


postado em 05/10/2018 21:09

No Rio de Janeiro, onde as Forças Armadas assumiram o controle da segurança pública, a mobilização incluirá 35 mil agentes(foto: DANIEL RAMALHO / AFP )
No Rio de Janeiro, onde as Forças Armadas assumiram o controle da segurança pública, a mobilização incluirá 35 mil agentes (foto: DANIEL RAMALHO / AFP )
Pelo menos 280 mil membros das forças de segurança vão trabalhar neste domingo durante o primeiro turno das eleições no Brasil, de acordo com o Ministério da Segurança.
 
Integrada por membros das polícias Civil e Militar, Forças Armadas e Guardas Municipais, a operação envolverá os mais de 83 mil centros de votação, distribuídos nos 5.570 municípios dos 27 estados do país.
Os membros das forças de segurança se encarregarão de supervisionar a distribuição das urnas eletrônicas até os centros de votação.
 
Todas as ações serão coordenadas pelo Centro Integrado de Comando e Controle (CICCN), que desde quinta-feira opera em Brasília para garantir as eleições, para as quais 147,3 milhões de brasileiros estão convocados.
 
No estado do Rio de Janeiro, onde as Forças Armadas assumiram o controle da segurança pública para tratar de conter uma onda de violência, a mobilização incluirá 35 mil agentes, apoiados por 4.500 militares.
 
Os crescentes níveis de violência, que em 2017 deixaram mais de 63 mil mortos em todo o país, são uma das principais preocupações dos eleitores.
 
O ministro da Segurança, Raul Jungmann, afirmou que apesar da forte polarização que reina no país, as agências de inteligência não detectaram indícios de possíveis episódios de violência entre grupos políticos.
 
"Toda eleição tem seu nível de acirramento, mas o que a gente espera é que cada um faça a escolha do seu representante e que respeite o direito e a vontade do outro de também escolher o seu representante".

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