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Estado de Minas

Balanço de paralisações de prefeituras mineiras será divulgado ainda hoje

A estimativa da da Associação Mineira dos Municípios (AMM)) é de adesão de 450 das 853 prefeituras do estado


postado em 24/08/2015 10:48 / atualizado em 24/08/2015 11:24

A Associação Mineira dos Municípios (AMM) promete divulgar no início da tarde desta segunda-feira balanço sobre a adesão das prefeituras de Minas à paralisação por 24 horas dos serviços públicos. Nesse domingo, a estimativa da AMM era de participação de  em torno de 450 dos 853 prefeituras. A Prefeitura de Belo Horizonte informou ainda no fim de semana que não participaria do movimento.

A suspensão dos serviços públicos, exceto os considerados de emergência, foi a forma encontrada pelos prefeitos para protestar contra a concentração dos recursos e, com a crise econômica, a redução dos repasses  sob controle dos governos federal e estadual. "É uma paralisação simbólica", disse nesta segunda-feira o prefeito Cláudio Tomaz de Freitas(PSC), de Iturama, no Triângulo mineiro.

De acordo com o prefeito, apenas escolas e serviços de saúde estão funcionando nesta segunda-feira. Segundo ele, em apenas 24 horas não há como prejudicar a população com a suspensão dos serviços. "Estamos batendo papo com a população, informando que a situação aqui é drástica", disse.

Segundo ele, o município vive basicamente dos repasses feitos pela União e pelo, em especial o ICMS. O prefeito de Iturama não informou o valor mensal repassado aos cofres municipais. Ele disse apenas que nos últimos anos houve uma queda que varia entre 12% a 15% nos recursos proveninientes do ICMS.

Norte de Minas

 

O presidente da Associação dos Municípios da àrea Mineirea das Sudene, Amams), César Emílio Lopes, também prefeito de Capitão Enéas, disse que 80% dos 84 municípios municípios integrantes da associação paralisaram suas atividades nesta segunda-feira.  De acordo com ele, o protesto na região é contrea não só a queda do repasse dos governos federal e estadual. "Também protestamos contra as medidas indigestas votadas na Câmara ( dos Deputados)", disse o prefeito, se referindo aos projetos que provocam aumento de despesas da União e dos estados, entre eles, reajuste salarial de servidores do Judiciário.

 


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