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Estado de Minas SEQUESTRO

Homem que fez criança refém tem prisão preventiva decretada

Leandro Mendes Pereira, de 39 anos, segue internado em estado grave. Ele foi baleado por um sniper após 16 horas mantendo menino de 7 anos em cárcere privado


26/09/2022 11:50 - atualizado 26/09/2022 12:01

Imagem mostra policias próximo a uma ambulância
Leandro foi baleado por um atirador de elite e segue internado em estado grave (foto: Edesio Ferreira/EM/D.A.Press)

A Justiça decretou a prisão preventiva de Leandro Mendes Pereira, que, na última quinta-feira (22/9), manteve uma criança de 7 anos e um jovem, de 23, em cárcere privado no Bairro Parque São Pedro, Região de Venda Nova, em Belo Horizonte.

A audiência de custódia do sequestrador foi feita por meio de videoconferência. A decisão foi dada pelo juiz Ricardo Sávio de Oliveira. O homem, de 39 anos, foi baleado por um atirador de elite e segue internado em estado grave.

O tiro atingiu Leandro na região próxima ao nariz e saiu pelas costas. Ele teve a sedação retirada na sexta-feira (23/9). Ainda entubado, os médicos colocaram um colar cervical para maior estabilização da lesão.

Descontente com o fim do relacionamento


Leandro Pereira não aceitava o fim do relacionamento com Andresa Wenia Pereira Mendes, de quem é primo de primeiro grau. O casal se separou há cerca de dois meses.

Na quarta-feira (26/9), por volta das 18h, ele invadiu a residência da ex-esposa armado. O alvo era apenas a mulher, que teria chegado momentos depois, porém conseguiu escapar.

O filho dela, de 7 anos, e um amigo de infância da família, Giovani Junior, de 23, ficaram na casa. Ele teria ido até a casa tirar satisfação por ela estar "seguindo a vida".

Homicídio em 2008


A ficha criminal de Leandro Pereira tem uma condenação por homicídio contra uma ex-namorada, em 2008, no Bairro Maria Goretti, Região Nordeste de Belo Horizonte. O assassino ficou preso em Ribeirão das Neves, onde aguardava o julgamento. Em 2011, a sentença foi proferida.

De acordo com a acusação, Leandro estava inconformado com o término do namoro e asfixiou a vítima com as mãos, até que ela caísse no chão.

Ao ver que a ex-namorada continuava viva, ele a enforcou com um sutiã. Após matá-la, tirou toda a roupa dela e colocou um rato morto em sua boca.

À época, o juiz condenou o réu a 13 anos de prisão em regime fechado pelo crime de homicídio qualificado, e um ano em regime aberto por vilipêndio de cadáver.


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