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Estado de Minas VENDA DE CARNE INSALUBRE

Suposto abatedouro clandestino e insalubre é interditado em Bicas

Cerca de 400 kg de carne foram apreendidos; autor foi preso e um auto de infração foi lavrado no valor de R$ 15 mil


29/07/2021 01:47 - atualizado 29/07/2021 01:54

Local foi interditado pelo Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA) nesta quarta-feira (28/7), e as carnes foram apreendidas e descartadas no aterro sanitário da cidade(foto: PMMG/Divulgação)
Local foi interditado pelo Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA) nesta quarta-feira (28/7), e as carnes foram apreendidas e descartadas no aterro sanitário da cidade (foto: PMMG/Divulgação)
A Polícia Militar de Meio Ambiente (PMMG) localizou um suposto abatedouro clandestino e insalubre na tarde desta quarta-feira (28/7) em uma residência no Centro do município de Bicas, na Zona da Mata. O proprietário do espaço, um homem de 65 anos, foi preso em flagrante e o local interditado pelo Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA).
 
De acordo com o comandante do 1º Pelotão da PMMG, tenente Júlio César de Almeida, o proprietário tentou fugir pelos fundos da residência, mas acabou sendo capturado.
 
A PMMG destacou que o ambiente, no momento da abordagem, apresentava forte mau cheiro, muitas moscas e as carnes estavam acondicionadas de forma inadequada. A suspeita é de que os produtos estivessem sendo vendidos para mercados da cidade.
 
Inicialmente, os militares receberam uma denúncia anônima de que uma pessoa mantinha em cativeiro pássaros silvestres da fauna brasileira.
 
“Após chegar no local, encontramos quatro aves aprisionadas. No entanto, durante as buscas no imóvel, também achamos dois bois abatidos”, explicou o tenente em entrevista ao Estado de Minas.
 
Ainda segundo o comandante que liderou a operação, cerca de 400 kg de carne foram apreendidos e descartados no aterro sanitário do município. Já as aves foram levadas para o Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas).
 
Após o término das diligências, um auto de infração foi lavrado no valor de R$ 15 mil. “Esse montante a ser pago, além de considerar a posse irregular dos pássaros e o abatedouro clandestino, também leva em conta a prática de maus-tratos. O abate dos animais estava acontecendo de forma incompatível com a legislação”, acrescentou.
 
Após a prisão, o autor foi conduzido à 7º Delegacia de Polícia em Juiz de Fora para prestar depoimento.
 
 


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