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Estado de Minas MINAS

Festival online 'Circo para Todos' exibe produções de 8 cidades de MG

Festival reúne 16 atrações das cidades de Belo Horizonte, Ouro Preto, Betim, Contagem, Milho Verde, Uberlândia, Juiz de Fora e Sete Lagoas


05/06/2021 21:09 - atualizado 05/06/2021 21:16

Atrações circenses são de 5 a 7 minutos(foto: Divulgação/Marcos Catanhede)
Atrações circenses são de 5 a 7 minutos (foto: Divulgação/Marcos Catanhede)
O Festival Circo para Todos começou na sexta-feira (4/6) e exibe debates e performances circenses nos quatro fins de semana de junho. O festival recebe produções de artistas de Belo Horizonte, Ouro Preto, Betim, Contagem, Milho Verde, Uberlândia, Juiz de Fora e Sete Lagoas.  A exibição ocorre no Youtube. 

Durante os fins de semana de junho, sempre de 10h às 16h, o evento vai apresentar 16 performances de cinco a sete minutos de acrobacia, malabarismo, dança, equilibrismo e capoeira criadas especialmente para o festival. 
 
 
“Acredito muito na cultura como formadora do ser humano, e o circo oferece isso. É um espaço lúdico, lírico, de exercício e reconhecimento do corpo para qualquer profissão. Algumas pessoas acabam decidindo trabalhar como artistas de circo”, comentou.
 
Ao fim de cada atração, os artistas divulgam depoimentos que retratam sobre a importância do circo, tanto para a sua vida quanto para a sociedade. 
 
E os debates ocorrem ao vivo nas sextas-feiras, às 19h. O público  pode participar, enviando perguntas e opiniões. Os temas vão girar em torno da importância do Circo Social, das artes e do trabalho voluntário na área artística.
 
“Os bate-papos têm como objetivo esclarecer para a comunidade o motivo pelo qual as artes são fundamentais para o desenvolvimento individual e coletivo. Para isso, convidamos nomes que representam o Circo Social”, diz Robleño. 
 
Participam desta conversa o professor e palestrante Tio Flávio (Belo Horizonte), Andrea Godinho, da Patrulha da Alegria/Palhaços de hospital (Sete Lagoas), Daniel Vieira, do Instituto Circo Vida (Uberlândia), e Luciene Nogueira, da Organização Cultural Ambiental - OCA (Ouro Preto).
 
Rodrigo Robleño é curador do festival(foto: Divulgação/Carla Mesquita)
Rodrigo Robleño é curador do festival (foto: Divulgação/Carla Mesquita)
 
 


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