Jornal Estado de Minas

PANDEMIA

Campanha arrecada itens de higiene e alimentação para moradores de rua

Com o objetivo de proporcionar dignidade às pessoas atingidas pela crise financeira durante a pandemia de COVID-19, o grupo Banho de Amor está recolhendo diversos itens de higiene e de alimentação.  O projeto atende pessoas em situação de rua, oferecendo banho, atendimento médico, roupas e alimentação, qualificação profissional e atendimento psicossocial, entre outros.



A Defensoria Pública de Minas Gerais (DPMG) se juntou à campanha de arrecadação solidária promovida pela Associação Banho de Amor. A entidade é parceira do Banho de Amor desde 2018, quando assinou um termo de cooperação cécnica com o objetivo de desenvolver atividades conjuntas voltadas para o atendimento de cidadãos vulneráveis, em especial pessoas que vivem em situação de rua. A defensoria contribui com as ações, com a prestação de atendimento jurídico, além de orientação e educação em direitos.

Entretanto, os banhos e o atendimento jurídico da Defensoria estão temporariamente suspensos em razão da pandemia da COVID-19, mas a Associação Banho de Amor continua com a distribuição semanal de kits de alimentos e de higiene.

Além disso, a entidade mantém parceria com cinco comunidades terapêuticas, para internação e acompanhamento das pessoas assistidas.

Atualmente, cerca de 200 homens e algumas mulheres são atendidas pelas comunidades.



Saiba como ajudar

Para a campanha de doação solidária, estão sendo arrecadados itens como sanduíches, biscoitos, achocolatados individuais, paçoquinhas, leite em pó, roupas, chinelos, cobertores, máscaras e produtos de higiene pessoal, como sabonete, pasta e escova de dentes, detergente, fraldas, álcool em gel e xampu.

As doações devem ser entregues até 31 de maio na portaria da Sede I da DPMG em Belo Horizonte, na Rua dos Guajajaras, 1707, no Barro Preto.

Insegurança alimentar no Brasil

De acordo com pesquisa divulgada, no dia 5 de abril, pela Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional (Rede Penssan), 116,8 milhões de pessoas estão em situação de insegurança alimentar no Brasil.

Pela primeira vez em 17 anos, mais da metade da população não teve certeza se haveria comida suficiente em casa no dia seguinte, teve que diminuir a qualidade e a quantidade do consumo de alimentos e até passou fome.

O estudo aponta que a pandemia deixou 19 milhões com fome em 2020, atingindo 9% da população brasileira, a maior taxa desde 2004, quando essa parcela tinha alcançado 9,5%. E quase o dobro do que havia em 2018, quando o IBGE identificou 10,3 milhões de brasileiros nessa situação.





 

O que é um lockdown?

Saiba como funciona essa medida extrema, as diferenças entre quarentena, distanciamento social e lockdown, e porque as medidas de restrição de circulação de pessoas adotadas no Brasil não podem ser chamadas de lockdown.



Vacinas contra COVID-19 usadas no Brasil

  • Oxford/Astrazeneca

Produzida pelo grupo britânico AstraZeneca, em parceria com a Universidade de Oxford, a vacina recebeu registro definitivo para uso no Brasil pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). No país ela é produzida pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

  • CoronaVac/Butantan

Em 17 de janeiro, a vacina desenvolvida pela farmacêutica chinesa Sinovac, em parceria com o Instituto Butantan no Brasil, recebeu a liberação de uso emergencial pela Anvisa.





  • Janssen

A Anvisa aprovou por unanimidade o uso emergencial no Brasil da vacina da Janssen, subsidiária da Johnson & Johnson, contra a COVID-19. Trata-se do único no mercado que garante a proteção em uma só dose, o que pode acelerar a imunização. A Santa Casa de Belo Horizonte participou dos testes na fase 3 da vacina da Janssen.

  • Pfizer

A vacina da Pfizer foi rejeitada pelo Ministério da Saúde em 2020 e ironizada pelo presidente Jair Bolsonaro, mas foi a primeira a receber autorização para uso amplo pela Anvisa, em 23/02.

Minas Gerais tem 10 vacinas em pesquisa nas universidades

Como funciona o 'passaporte de vacinação'?

Os chamados passaportes de vacinação contra COVID-19 já estão em funcionamento em algumas regiões do mundo e em estudo em vários países. Sistema de controel tem como objetivo garantir trânsito de pessoas imunizadas e fomentar turismo e economia. Especialistas dizem que os passaportes de vacinação impõem desafios éticos e científicos.





Quais os sintomas do coronavírus?

Confira os principais sintomas das pessoas infectadas pela COVID-19:

Em casos graves, as vítimas apresentam

Os tipos de sintomas para COVID-19 aumentam a cada semana conforme os pesquisadores avançam na identificação do comportamento do vírus.

 

 

Entenda as regras de proteção contra as novas cepas



 

Mitos e verdades sobre o vírus

Nas redes sociais, a propagação da COVID-19 espalhou também boatos sobre como o vírus Sars-CoV-2 é transmitido. E outras dúvidas foram surgindo: O álcool em gel é capaz de matar o vírus? O coronavírus é letal em um nível preocupante? Uma pessoa infectada pode contaminar várias outras? A epidemia vai matar milhares de brasileiros, pois o SUS não teria condições de atender a todos? Fizemos uma reportagem com um médico especialista em infectologia e ele explica todos os mitos e verdades sobre o coronavírus.

Para saber mais sobre o coronavírus, leia também:

 

 

 





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