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Estado de Minas PANDEMIA

Ocupação de UTIs para COVID-19 sofre quarta queda seguida em BH

Ainda assim, indicador geral (SUS e hospitais particulares) permanece acima da faixa dos 90%, em situação crítica


09/04/2021 19:06 - atualizado 09/04/2021 19:40

Movimento na UPA Centro-Sul, em BH, nesta sexta-feira. SUS sofre mais que rede privada em termos de demanda atualmente(foto: Leandro Couri/EM/D.A Press)
Movimento na UPA Centro-Sul, em BH, nesta sexta-feira. SUS sofre mais que rede privada em termos de demanda atualmente (foto: Leandro Couri/EM/D.A Press)

 

A ocupação geral dos leitos de UTI para COVID-19 – soma entre a rede pública e a privada – registrou queda pela quarta vez consecutiva em Belo Horizonte, nesta sexta-feira (9/4). Porém, o indicador ainda decresce em velocidade lenta, continuando acima dos 90%. Neste último balanço, o dado é de 92,8% de ocupação.

 

 

 

Para efeito de comparação, a taxa de uso global das vagas de UTI começou a semana em 98,8%. Desde então, a queda de seis pontos percentuais foi puxada pela abertura de 30 leitos do tipo na capital, quatro adicionadas no levantamento mais recente.

 

A situação exige maior cuidado no Sistema Único de Saúde (SUS), em que a taxa de ocupação é de 96,8%. Há apenas 18 leitos livres dos 570 disponíveis nas UTIs públicas.

 

Já na rede particular, a estatística é de 88,9%. Sobram 65 dos 587 leitos. No contexto geral, Belo Horizonte tem 1.074 vagas ocupadas e 83 sem paciente.

 

Enfermaria e transmissão

 

O percentual de uso global dos leitos de enfermaria, por sua vez, sofreu a quarta queda em sequência nesta sexta. A estatística está em 73,2% de ocupação, ainda na zona crítica, determinada a partir dos 70%.

 

 

 

O quadro também é mais complicado na saúde pública, onde 74,2% dos leitos do tipo estão em uso. Nos hospitais privados, a ocupação é de 72,1%.

 

BH dispõe de 2.164 camas de enfermaria para pacientes com o novo coronavírus. Dessas, 580 estão livres e 1.584 em uso.

  

transmissão da doença na capital mineira, o terceiro indicador fundamental da pandemia, caiu novamente nesta sexta.

 

 


Foi o 18º balanço consecutivo sem alta no dado, que está em 0,93 – o menor nível desde 9 de fevereiro.

 

O chamado fator RT mede a velocidade do contágio da COVID-19 no município. O quadro atual significa que a cada 100 infectados pelo vírus, em média, mais 93 pessoas se tornam vítimas na capital.

 

Casos e mortes

 

Se os indicadores têm sofrido desaceleração, o número de mortes ainda está em alta em BH.

Mais 44 entraram para o balanço nesta sexta. Com mais essas, a cidade soma 3.578 óbitos, 264 só nesta semana.


 


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